Falar de Fernando Pessoa é mergulhar num
oceano de vozes, máscaras e abismos. Ainda que mais conhecido por sua poesia
múltipla, marcada por heterônimos que reinventaram a língua portuguesa, há um
campo menos explorado, mas igualmente arrebatador: sua dramaturgia. E é nesse
palco invisível, nesse teatro interior que explode em palavras, que encontramos
um Pessoa visceral, dilacerado, filosófico — e acima de tudo, profundamente
humano. Mais do que encenar personagens, ele encena dilemas, medos, sonhos e
contradições da alma moderna. A dramaturgia de Pessoa é, ao mesmo tempo,
confessional e universal, e hoje, com os avanços da neurociência, podemos
compreender de forma mais ampla o impacto dessa escrita na mente e no coração
do espectador.
Em obras como O Marinheiro (1915)*, Pessoa inaugura o que podemos
chamar de “drama estático”, um teatro da imobilidade, onde a ação não está no
movimento físico, mas no pensamento que devora em silêncio. Três mulheres
vigiam um velório e conversam sobre sonhos e fantasias. Não acontece nada, e,
ao mesmo tempo, tudo acontece: o tempo se dobra, a realidade se esgarça, e o
espectador é arrastado para dentro do labirinto mental das personagens. É uma
dramaturgia que exige pausa, escuta e introspecção. Como explica a neurociência,
a leitura e a vivência de textos introspectivos ativam regiões cerebrais
associadas à memória afetiva e à empatia. O teatro de Pessoa não é para ser
apenas entendido — é para ser sentido no corpo, como uma corrente elétrica
silenciosa.
A grande inovação de Pessoa na dramaturgia está na recusa da narrativa
convencional. Ele não quer nos entreter; quer nos desestabilizar. Em Fausto,
sua obra inacabada, não há redenção, nem sequer uma trajetória clara do herói.
Há apenas a busca incessante por um sentido que se dissolve a cada passo. A
peça é densa, filosófica, carregada de angústias metafísicas. “Tudo é símbolo e
analogia”, escreve ele. E assim, a linguagem se transforma em um campo de
batalha onde cada palavra carrega o peso de um universo. Como ensinam os
métodos da pedagogia teatral contemporânea, como o MAT (Mindset, Ação e
Teatro), é fundamental colocar-se no lugar do autor, viver seus dilemas,
experimentar suas palavras com o corpo e com a alma. Com essa abordagem, o
leitor/ator transforma-se em um canal de escuta ativa e de reinvenção de
sentido.
Para quem atua com crianças ou públicos mais amplos, a obra de Pessoa
também pode ser reinventada. Um exemplo inspirador é o uso do Teatro de
Bonecos Mané Beiçudo, criado por Antônio Carlos dos Santos. Por meio de
personagens simbólicos, irônicos e divertidos, é possível traduzir para o
público jovem temas como identidade, sonho, solidão e liberdade, presentes em O
Marinheiro ou em A Morte do Príncipe. Imagine uma criança
representando o sonho de uma personagem através de um boneco que dança em
silêncio diante de um espelho — ela compreende o teatro como linguagem
emocional, mesmo sem entender racionalmente cada linha do texto. O teatro de
Pessoa, embora sofisticado, é visceral — e, como tal, acessa dimensões humanas
universais.
Nos últimos anos, universidades como Yale, Oxford e a Sorbonne têm
desenvolvido estudos sobre a influência de textos poéticos e teatrais na
neuroplasticidade, especialmente em públicos com alta sensibilidade criativa.
Segundo esses estudos, a exposição frequente a narrativas que rompem com a
lógica linear do cotidiano estimula a flexibilidade cognitiva e fortalece as
redes neurais ligadas à criatividade e à resolução de conflitos. Isso explica,
em parte, porque a dramaturgia de Pessoa continua tão relevante. Ao confrontar
o leitor com o absurdo, o vazio e a multiplicidade, ele nos treina para lidar
com a complexidade da vida real — uma habilidade essencial para o século XXI.
Um dos aspectos mais fascinantes do processo criativo de Pessoa era seu
método quase mediúnico de escrita. Ao adotar heterônimos como Álvaro de Campos,
Bernardo Soares ou Ricardo Reis, ele incorporava estilos distintos, visões de
mundo conflitantes, vozes únicas. Em sua dramaturgia, essa multiplicidade também
se manifesta. O palco se torna um espelho partido, onde cada fragmento reflete
uma parte da consciência. A metodologia ThM (Theater Movement), também
desenvolvida por Antônio Carlos dos Santos, propõe a exploração dessas
fragmentações por meio do corpo em movimento. Não se trata apenas de
representar: trata-se de evocar, de materializar no espaço cênico aquilo que se
move dentro da psique. Cada gesto, cada silêncio, cada olhar no vazio adquire
potência dramática.
No contexto histórico, Pessoa escrevia em meio às angústias do início do
século XX, um tempo de guerras, instabilidade política e profundas
transformações sociais. Seu teatro, mesmo silencioso, carrega esse eco de
ruptura. Em Salomé e O Pretendente, por exemplo, ele explora os
jogos de poder, a manipulação, o desejo e a destruição, com uma força simbólica
que ainda hoje impressiona. Esses textos, embora menos montados, oferecem
material riquíssimo para oficinas pedagógicas, para a formação de atores e para
estudos de psicanálise e dramaturgia. A sua obra teatral, pouco encenada, é um
tesouro escondido à espera de olhares sensíveis e ousados.
O uso de suas peças em processos educativos também pode ser
profundamente transformador. Ao trabalharmos textos de Pessoa em salas de aula,
especialmente em práticas de teatro-educação, promovemos não apenas o contato
com a literatura, mas também a ampliação da consciência crítica, a
sensibilidade estética e o autoconhecimento. Um aluno que encena um monólogo de
Fausto, por exemplo, vivencia a dúvida existencial, a busca de sentido, o vazio
— experiências que contribuem para a formação ética e emocional. O teatro
torna-se, assim, uma ferramenta de cura, de escuta e de transformação,
alinhando-se aos objetivos da educação integral e neuroeducacional.
Ler, estudar e encenar Fernando Pessoa é um ato de coragem. Exige
disposição para entrar em contato com o silêncio, com o abismo, com o outro
dentro de nós. Mas é também um gesto libertador. Ao nos vermos multiplicados
nas personagens que sonham, que duvidam, que permanecem imóveis diante do
mistério da existência, descobrimos que não estamos sós. A dramaturgia de
Pessoa nos mostra que o teatro não é apenas palco e aplauso, mas sobretudo
introspecção e resistência — um lugar onde a alma humana pode, enfim, se ver e
se ouvir.
Por isso, vale o convite: que cada leitor se permita revisitar Fernando
Pessoa com olhos de ator, coração de educador e mente de neurocientista. Que
possamos experimentar suas palavras não como enigmas indecifráveis, mas como
portas abertas para a profundidade da vida. Porque no teatro de Pessoa, como na
vida, o que não se vê também faz parte da cena — e é justamente aí, no
invisível, que mora a nossa verdade mais íntima.
*O Marinheiro é uma peça teatral de Fernando Pessoa, escrita em 1913 e
publicada em 1915 na revista Orpheu. A peça conta a história de três mulheres
que velam uma morta, questionando a realidade e o passado durante a noite. A
obra é considerada um exemplo do teatro estático e do modernismo português,
com traços simbolistas e reflexões sobre a natureza da existência. Contexto: "O Marinheiro" foi escrita por Fernando Pessoa em 1913, um
período de transição para o modernismo em Portugal, e publicada em 1915 na
revista Orpheu, que marcou o início do modernismo português. Argumento: A peça centra-se em três donzelas que velam o corpo de uma jovem
morta, vestida de branco, em um quarto de um antigo castelo. Temas: A peça explora temas como o sonho, a imaginação, o questionamento da
realidade, a reflexão sobre o passado e a busca por sentido na vida. Estilo: "O Marinheiro" é considerada um exemplo do teatro estático
de Pessoa, que se caracteriza pela apresentação de inércias, pela reflexão em
vez da ação e pela exploração da psique dos personagens. Modernismo e Simbolismo: A peça reflete características do modernismo português, como a
transgressão na forma e no conteúdo, e do simbolismo, com elementos
filosóficos, misteriosos e uma visão de mundo fragmentada. Significado: A história do marinheiro que inventa histórias para combater a solidão
na ilha é uma metáfora para a situação das três jovens, que, ao velarem a
morta, também estão a inventar e a questionar a realidade.
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A Coleção Mundo Contemporâneo: os livros infantis para pirralhos, adultos e idosos que preservam uma criança dentro de si.
A Coleção Mundo Contemporâneo contém 10 livros infantis. Cada um dos volumes aborda uma questão estratégica para o avanço da civilização.
O objetivo é oferecer às crianças e à juventude uma panorâmica sobre questões candentes da contemporaneidade, desafios que exigem atitude e posicionamento por parte dos que, amanhã, serão responsáveis por conduzir a humanidade e o planeta em direção à sustentabilidade.
Veja aqui as obras da Coleção:
1 - O sapinho Krock na luta contra a pandemia
2 - A onça pintada enfrenta as queimadas na Amazônia e no Pantanal
3 - A ariranha combate a pobreza e a desigualdade
4 - A hárpia confronta o racismo
5 - O boto exige democracia e cidadania
6 - O jacaré debate educação e oportunidades
7 - O puma explica trabalho e renda
8 - A anta luta contra o aquecimento global
9 - O tucano denuncia a corrupção e os narcoterroristas
10 - O bicho preguiça e a migração
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A Coleção
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O autor
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A coleção da bruxinha serelepe:
1. Planejar
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5. Leitura
6. Cultura
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Veja os vinte livros da Coleção Ciência e espiritualidade para crianças:
Livro 2 - Panda Zen e o verdadeiro valor
Livro 3 - Panda Zen e as mudanças
Livro 4 - Panda Zen e a Maria vai com as outras
Livro 5 - Panda Zen e a estrelinha cintilante
Livro 6 - Panda Zen e a verdade absoluta
Livro 7 - Panda Zen e o teste das três peneiras
Livro 8 - Panda Zen e os ensinamentos da vovó
Livro 9 - Panda Zen e os cabelos penteados
Livro 10 - Panda Zen e a magia da vida feliz
Livro 11 - Panda Zen e as paixões enganosas
Livro 12 - Panda Zen entre a reflexão e a ação
Livro 13 - Panda Zen e o mais importante
Livro 14 - Panda Zen, a gota e o oceano
Livro 15 - Panda Zen e a indecisão
Livro 16 - Panda Zen e o vaga-lume
Livro 17 - Panda Zen e a busca da identidade
Livro 18 - Panda Zen entre o arbítrio e a omissão
Livro 19 - Panda Zen e o trabalho
Livro 20 - Panda Zen e a falsa realidade
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Coleção Greco-romana com 4 livros; saiba aqui. |
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As obras do autor que o leitor encontra nas livrarias amazon.com.br:
A – LIVROS INFANTIS E INFANTO-JUVENIS:
Livro 1. As 100 mais belas fábulas da humanidade
Livro 2. O dia em que as crianças decidiram lutar contra o câncer de mama
Livro 3. O vovô vai ao médico
Livro 4. O coelhinho que aprendeu a dizer as coisas
Livro 5. Ui Gur – o ursinho que libertava livros
Livro 6. Bichinhos felizes
Livro 7. Telas? Só com saúde – Computadores: entre a liberdade e a escravidão
Livro 8. O dia em que as víboras, através das telas, escravizaram as corujinhas – dramaturgia
Livro 9. Bullying, as lágrimas de Deus – dramaturgia
Livro 10. Anhangá, o espírito protetor da natureza: a lenda indígena – dramaturgia
I – Coleção Educação, Teatro e Folclore (peças teatrais infanto-juvenis):
Livro 1. O coronel e o juízo final
Livro 2. A noite do terror
Livro 3. Lobisomem – O homem-lobo roqueiro
Livro 4. Cobra Honorato
Livro 5. A Mula sem cabeça
Livro 6. Iara, a mãe d’água
Livro 7. Caipora
Livro 8. O Negrinho Pastoreiro
Livro 9. Romãozinho, o fogo fátuo
Livro 10. Saci Pererê
II – Coleção Infantil (peças teatrais infanto-juvenis):
Livro 1. Não é melhor saber dividir?
Livro 2. Eu compro, tu compras, ele compra
Livro 3. A cigarra e as formiguinhas
Livro 4. A lebre e a tartaruga
Livro 5. O galo e a raposa
Livro 6. Todas as cores são legais
Livro 7. Verde que te quero verde
Livro 8. Como é bom ser diferente
Livro 9. O bruxo Esculfield do castelo de Chamberleim
Livro 10. Quem vai querer a nova escola
III – Coleção Educação, Teatro e Democracia (peças teatrais infanto-juvenis):
Livro 1. A bruxa chegou... pequem a bruxa
Livro 2. Carrossel azul
Livro 3. Quem tenta agradar todo mundo não agrada ninguém
Livro 4. O dia em que o mundo apagou
IV – Coleção Educação, Teatro e História (peças teatrais juvenis):
Livro 1. Todo dia é dia de independência
Livro 2. Todo dia é dia de consciência negra
Livro 3. Todo dia é dia de meio ambiente
Livro 4. Todo dia é dia de índio
V – Coleção Teatro Greco-romano (peças teatrais infanto-juvenis):
Livro 1. O mito de Sísifo
Livro 2. O mito de Midas
Livro 3. A Caixa de Pandora
Livro 4. O mito de Édipo.
VI – Coleção A bruxinha de mil caras ensina a viver melhor
Livro 1: Planejar
Livro 2: Organizar
Livro 3: Estudar
Livro 4: Exercitar
Livro 5: Leitura
Livro 6: Cultura
Livro 7: Meditar
Livro 8: Interagir
Livro 9: Fazer amigos
Livro 10: Respeito e motivação.
VII – Coleção Cidadania para crianças
Direitos das crianças
Livro 1: Gratidão, a lei do universo
Livro 2: A honestidade vale a pena
Livro 3: O anjinho que semeava tolerância
Livro 4: O menino que disse não ao bullying
Livro 5: Toda criança tem direitos
Livro 6: Vidas negras importam – nós queremos respirar
Livro 7: Lélis, o ratinho que afinava queijo
Livro 8: Educação de qualidade é direito das crianças
Livro 9: Respeitando as leis de trânsito a cidade fica legal
Livro 10: A união faz a força
Sustentabilidade ambiental
Livro 11: Um dos maiores tesouros da terra, a água
Livro 12: A preservação do meio ambiente
Livro 13: Dez maneiras de ajudar a preservar o meio ambiente
Livro 14: A árvore faz o meio ambiente sorrir
Livro 15: Os 5R – o jeito certo de dar ‘bom dia’ ao meio ambiente
Livro 16: O lixo, a coleta seletiva e a reciclagem
Livro 17: Lixo, o supervilão do meio ambiente
Livro 18: Com o saneamento básico o meio ambiente fica feliz
Livro 19: O dia em que a coruja de pintas brancas e as batatas cozidas derrotaram a poluição
Livro 20: Os tempos difíceis da quarentena
Democracia, liberdades e constituição
O ratinho Lélis explica:
Livro 21: O que é democracia?
Livro 22: O que são eleições
Livro 23: O que é política?
Livro 24: O que são partidos políticos?
Livro 25: Censura X Liberdade de expressão?
Livro 26: Ditadura X Liberdades individuais?
Livro 27: Redes sociais e democracia?
Livro 28: Minorias e democracia?
Livro 29: O que é abuso do poder econômico?
Livro 30: O que é demagogia?
Livro 31: O que é ética?
VIII – Coleção Mundo contemporâneo
Livro 1: O jacaré debate educação e oportunidades
Livro 2: O puma explica trabalho e renda
Livro 3: A anta luta contra o aquecimento global
Livro 4: O tucano denuncia a corrupção e os narcoterroristas
Livro 5: O bicho-preguiça e a migração
Livro 6: O sapinho Krock na luta contra a pandemia
Livro 7: A onça pintada enfrenta as queimadas na Amazônia e no Pantanal
Livro 8: A harpia confronta o racismo
Livro 9: A ariranha combate a pobreza e a desigualdade
Livro 10: O boto exige democracia e cidadania
IX – Coleção As mais belas lendas dos índios da Amazônia
Livro 1: Boitatá
Livro 2: O boto
Livro 3: O caipora
Livro 4: O cairara
Livro 5: A cidade encantada
Livro 6: O curupira
Livro 7: A galinha grande
Livro 8: O guaraná
Livro 9: Iara, a mãe d’água
Livro 10: O lobisomem
Livro 11: A mandioca
Livro 12: A princesa do lago
Livro 13: Saci-Pererê
Livro 14: O uirapuru
Livro 15: O velho da praia
Livro 16: O velho e o bacurau
Livro 17: A vitória-régia
Livro 18: O açaí
Livro 19: As amazonas
Livro 20: Mapinguari
Livro 21: Matinta Perera
Livro 22: Muiraquitã
Livro 23: O rio Amazonas
Livro 24: Anhangá
X – Coleção Filosofia para crianças
Livro 1: O que é filosofia?
Livro 2: A filosofia do amor
Livro 3: O aviãozinho feliz
Livro 4: O trenzinho feliz
Livro 5: A lagartinha feliz
Livro 6: A borboletinha feliz
Livro 7: O encontro com Pitágoras
Livro 8: A vida em um pinguinho de água
Livro 9: O pequeno ponto azul
Livro 10: Gentileza, o mel da vida
XI – Coleção Ciência e espiritualidade para crianças
Livro 1: Panda Zen e a menina azeda
Livro 2: Panda Zen e o verdadeiro valor
Livro 3: Panda Zen e as mudanças
Livro 4: Panda Zen e a Maria vai com as outras
Livro 5: Panda Zen e a estrelinha cintilante
Livro 6: Panda Zen e a verdade absoluta
Livro 7: Panda Zen e o teste das 3 peneiras
Livro 8: Panda Zen e os ensinamentos da vovó
Livro 9: Panda Zen e os cabelos penteados
Livro 10: Panda Zen e a magia da vida feliz
Livro 11: Panda Zen e as paixões enganosas
Livro 12: Panda Zen entre a reflexão e a ação
Livro 13: Panda Zen e o mais importante
Livro 14: Panda Zen, a gota e o oceano
Livro 15: Panda Zen e a indecisão
Livro 16: Panda Zen e o vaga-lume
Livro 17: Panda Zen e a busca da identidade
Livro 18: Panda Zen entre o arbítrio e a omissão
Livro 19: Panda Zen e o trabalho
Livro 20: Panda Zen e a falsa realidade
XII – Coleção Ensinando as crianças e seus papais a pensar
Livro 1: O segredo da felicidade
Livro 2: A gentileza pode tudo
Livro 3: A mulher bela e rica e sua irmã feia e pobre
Livro 4: O pequeno cachorro zen
Livro 5: O pequeno gato zen
Livro 6: O pequeno panda zen
Livro 7: O pequeno sapo zen
Livro 8: É melhor pensar antes de falar
Livro 9: Os desafios são necessários
Livro 10: A paz é a base de tudo
XIII – Amazon collection: the green paradise
Book 1 - The amazon rainforest
Book 2 - The jaguar (A onça pintada)
Book 3 - Macaw (Arara-canindé)
Book 4 - Golden Lion Tamarin
Book 5 - The button (O boto)
Book 6 - Frogs
Book 7 - Heron (Garça-real)
Book 8 - Swallowtail (Saí-andorinha)
Book 9 - Jacaretinga
Book 10 - Harpy
Book 11 - Tapir (Anta)
Book 12 - Snakes
Book 13 - Puma
Book 14 - Sloth (Bicho Preguiça)
Book 15 - Toucan (Tucano-toco)
Book 16 - Amazonian Caburé
Book 17 - Pisces
Book 18 - White-faced spider monkey
Book 19 - Irara
Book 20 - Red macaw
Book 21 - Otter (Ariranha)
XIV – The cutest pets on the planet collection
Book 1 - Black Eyes, the panda bear
Book 2 - The happy kitten
Book 3 - The aquarium fish
Book 4 - Doggy, man's best friend
Book 5 - The feneco
Book 6 - The rabbit
Book 7 - The chinchilla
Book 8 - The Greenland Seal
Book 9 - The dolphin
Book 10 - The owl
XV – Collection “Folk legends play with numbers”
Book 1: Saci plays with numbers
Book 2: The Werewolf plays with decimal numbers
Book 3: The Headless Mule plays with addition Book 4: Yara plays with subtraction
Book 5: Cobra Honorato plays with additions of tens
Book 6 : Cuca plays with subtractions from tens
Book 7: O Negrinho shepherd plays with multiplication
Book 8: Romãozinho plays with division
Book 9: Caipora plays with geometry
Book 10: Cairara plays with measurements
XVI – Coleção Planeta Criança
Livro 1 – O meu planeta
Livro 2 – Os meus oceanos
Livro 3 – A minha floresta
B - TEORIA TEATRAL, DRAMATURGIA E OUTROS
XVII – ThM-Theater Movement:
Livro 1. O teatro popular de bonecos Mané Beiçudo: 1.385 exercícios e laboratórios de teatro
Livro 2. 555 exercícios, jogos e laboratórios para aprimorar a redação da peça teatral: a arte da dramaturgia
Livro 3. Amor de elefante
Livro 4. Gravata vermelha
Livro 5. Santa Dica de Goiás
Livro 6. Quando o homem engole a lua
Livro 7: Estrela vermelha: à sombra de Maiakovski
Livro 8: Tiradentes, o Mazombo – 20 contos dramáticos
Livro 9: Teatro total: a metodologia ThM-Theater Movement
Livro 10: Respiração, voz e dicção: para professores, atores, cantores, profissionais da fala e para os que aspiram a boa emissão vocal - teoria e mais de 200 exercícios
Livro 11: Lampião e Prestes em busca do reino divino - o dia em que o bandido promovido a homem da lei guerreou com o coronel tornado um fora da lei
Livro 12: Giordano Bruno: a fogueira que incendeia é a mesma que ilumina
Livro 13: Amor e ódio: não esqueçamos de Aylan Kurdi
Livro 14: Pitágoras: tortura, magia e matemática na escola de filosofia que mudou o mundo
Livro 15: Irena Sendler, minha Irena
Livro 16: O juiz, a comédia
Livro 17: A comédia do mundo perfeito
Livro 18: O dia do abutre
Livro 19: A chibata
Livro 20: O inspetor geral, de Nikolai Gogol – accountability pública, fiscalização e controle
Livro 21: A noite mais escura: o hospício de Barbacena, uma Auschwitz no coração do Brasil
XVIII – Shakespeare & accountability
Livro 1: Medida por medida, ensaios sobre a corrupção, a administração pública e a distribuição da justiça
Livro 2: Macbeth, de Shakespeare: entre a ambição e a cobiça, o sucesso ou o ocaso de profissionais e organizações
Livro 3: A liderança e a oratória em Shakespeare
Livro 4: Otelo, de Shakespeare: a inveja destroi pessoas, famílias e organizações
Livro 5: Macbeth, de Shakespeare: entre a ambição e a cobiça, o sucesso ou o ocaso de profissionais e organizações
Livro 6: Ética & Governança à luz de Shakespeare
C - PLANEJAMENTO
IX – Planejamento estratégico e administração
Livro 1: Quasar K+ planejamento estratégico
Livro2: Ouvidoria pública: instrumento de participação e aprofundamento da democracia
Livro 3: Pregão: economia e eficácia na administração pública
Livro 4: Comunicação estratégica: da interlocução às palestras exitosas – como falar bem em ambientes controláveis e em situações de extrema pressão
Livro 5: As máximas do empreendedor
Livro 6: Vivendo e aprendendo a amar segundo Rodoux Faugh
Livro 7: Mindset, Ação e Teatro - MAT: a nova estratégia do sucesso profissional: teoria e 370 exercícios, jogos e laboratórios teatrais
D – OUTROS
XX – A pena e o amor como espada
Livro 1: Os anjos esquecidos por Deus – romance
Livro 2: Moving Letters – a arte de escrever bem
Livro 3: Sobre flores e amores – poemas
Livro 4: 300 maneiras corajosas de dizer bom dia
Livro 5: Revolucione amando incondicionalmente
Livro 6: Sobre homens e lobos, o conto
Livro 7. A coroa de mil espinhos - poemas
Sobre o autor
Antônio Carlos dos Santos é escritor e criador das seguintes metodologias:
©Planejamento Estratégico Quasar K+;
©ThM – Theater Movement; e
©Teatro popular de bonecos Mané Beiçudo.
Acompanhe o autor no facebook e nos blogs:
1. Cultura e educação: culturaeducacao.blogspot.com/
2. Teatro popular: teatromanebeicudo.blogspot.com/
3. Planejamento: https://planejamentoestrategicoquasark.blogspot.com/
4. Educação infantil: https://letrinhasgigantes.blogspot.com/
https://www.amazon.com/author/antonio santos
antoniocarlosescritor1@gmail.com