segunda-feira, 5 de junho de 2017

A arte de falar bem



Como fazer uma palestra? Mais cedo ou mais tarde seremos chamados a enfrentar este desafio.

"Os tempos primitivos são líricos, os tempos antigos são épicos e os tempos modernos são dramáticos". 

A frase é de Victor Hugo, escritor francês do século XIX. Mantém uma atualidade que angustia. Sim, vivemos tempos dramáticos, não há como negar, tempos que impõem aos vitoriosos uma vida de intensos estudos e preparação continuada, meticulosa, planejada. Os mais esforçados aumentam as chances de êxito. 

O que dizer sobre o estudante que não estuda para o concurso dos sonhos, sobre o indivíduo que ignora os princípios da vida saudável, do atleta que se recusa a treinar, do escritor que rejeita a solidão do ofício, do cidadão que opta por vender o voto?

A vida costuma responder com sorriso quem assim a cumprimenta, e com desventuras e lamentos aos mordazes e amargurados. Os preguiçosos também costumam pagar um alto preço pela indolência.

Há quem desconheça que a conduta mais adequada é manter uma atitude proativa - amistosa, colaborativa, de estudos e preparação continuada e planejada - para conseguir responder aos desafios que se apresentam no dia a dia. 

Imagine uma situação qualquer em que você necessite se alimentar, mas encontra-se impedido em decorrência de problemas decorrentes de um comportamento irresponsável para com a saúde...

E diante da premência de fazer uma corrida rápida para esgueirar-se da chuva, não perder o metrô, ou para escapar de um carro desgovernado que acelera em sua direção... Providências impossíveis de adotar em função do lastimável preparo físico; inexoravelmente terá um dia de cão: passará um bom tempo encharcado, terá que esperar o próximo trem e, na situação mais grave, será atropelado...

Mais cedo ou mais tarde seremos chamados a palestrar. É inevitável. E quando romper o instante, estaremos preparados?, conseguiremos - com êxito - levar a cabo a tarefa?, ou o resultado se mostrará medíocre, um fiasco, um retumbante fracasso?

As opções estão entre ‘permanecer à mercê do acaso e da sorte’ ou ‘investir, planejadamente, na preparação’.

Não é melhor prevenir que remediar?, resguardar-se da doença que despender no tratamento? Não é mais sensato estudar para a prova que amargar a reprovação? Não é mais inteligente treinar para a luta que padecer a derrota?

Desde a mais singela conversação entre amigos ou familiares, até a palestra em um auditório lotado, com três mil pessoas, devemos cuidar para que a comunicação se estabeleça em sua integralidade, otimizando a utilização dos recursos disponíveis, de modo que, ao fim e ao cabo, a mensagem transmitida tenha sido assimilada pelos receptores. 

Quando nos deslocamos para o contexto profissional, a trajetória reverbera um caminho lógico, evidenciando que, quanto mais prosperamos na carreira, mais expande a demanda por exposições orais. 

Melhor, então, não ignorar a realidade e planejar a conquista da nova habilidade, ‘falar bem para o público’, independentemente do número de interlocutores, se um, se dez, se três mil... 

Como em qualquer área do conhecimento acadêmico, um conjunto de técnicas criteriosamente adotadas pode tornar a travessia menos dolorida, mais produtiva e mais prazerosa. 

Esta é a razão deste livro, impedir que a surpresa se constitua num imponderável, na variável indesejada; impedir que o leitor seja pego de calças curtas. E para isso a obra se divide em capítulos estruturados para abrigar desde os referenciais teóricos até exercícios, dicas e experiências concretas, tudo com o propósito de transformar o leitor em um exímio palestrante. Aventure-se nesta jornada. Compreenda as dimensões da comunicação, as variantes que conduzem a mensagem ao seu destino de forma límpida, rápida e fidedigna. Aprenda como utilizar as linguagens gestual e vocal para potencializar os conteúdos emitidos. E a estruturar uma apresentação impecável, que receba a empatia e a cumplicidade da plateia. 
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domingo, 4 de junho de 2017

Livro inédito de autor de 'O Senhor dos Anéis' é publicado após 100 anos

J.R.R. Tolkien se tornou mundialmente conhecido pela trilogia 'O Senhor dos Anéis' (Foto: BBC)

J.R.R. Tolkien pensou em "Beren e Lúthien", uma história de amor, depois de retornar da Batalha de Somme, uma das mais sangrentas da Primeira Guerra Mundial.
Um novo livro do autor da trilogia "O Senhor dos Anéis", J.R.R. Tolkien, está à venda - cem anos depois de ter sido escrito.
Beren e Lúthien tem sido descrito como uma "história muito pessoal" na qual o professor de Oxford pensou depois de retornar da Batalha do Somme, uma das mais sangrentas da Primeira Guerra Mundial.
O livro foi editado por seu filho Christopher Tolkien e contém versões de um conto que se tornou parte de O Silmarillion, coletânea de textos mitológicos publicado em 1977.
A obra apresenta ilustrações de Alan Lee, que ganhou um Oscar por seu trabalho nos filmes da trilogia.
Beren e Lúthien foi publicado nesta quinta-feira. A história fala do destino dos amantes Beren e Lúthien, um homem mortal e uma elfa imortal que juntos tentam roubar do maior de todos os seres malignos: Melkor.
O especialista em Tolkien John Garth, que escreveu Tolkien and The Great War (sem tradução para o português), disse que o autor de O Hobbit usou sua escrita como um "exorcismo" dos horrores que testemunhou na Primeira Guerra Mundial.
"Quando ele voltou das trincheiras, com febre de trincheira (doença causada por bactéria e transmitida por piolhos), ele passou o inverno (de 1916-1917) convalescente", disse o escritor.
"Ele perdeu dois de seus amigos mais queridos em Somme e você pode imaginar que ele devia estar tão destruído por dentro quanto estava fisicamente."
Garth disse que a cena principal de Beren e Lúthien foi inspirada por um momento íntimo de Tolkien e de sua mulher, Edith: a dança dela em uma clareira cheia de flores brancas durante uma caminhada pelos bosques de East Yorkshire, distrito da Inglaterra.
"Tolkien sentiu o tipo de alegria que antes devia ter pensado que nunca sentiria de novo."
Os nomes Beren e Lúthien estão esculpidos na lápide que Tolkien e sua esposa compartilham no cemitério de Wolvercote, em Oxford.
Para o novo livro, Christopher Tolkien, agora com 92 anos, manteve a história de seu pai na forma original em que foi escrita e também mostrou como a narrativa mudou para se tornar parte de O Silmarillion.
Publicado em 1954, O Senhor dos Anéis foi a sequência de O Hobbit e é uma das novelas mais bem sucedidas já escritas, tendo vendido mais de 150 milhões de cópias.
A adaptação cinematográfica, lançada de 2001 a 2003, é uma das principais séries de filmes de todos os tempos - a película final ganhou 11 Oscars.
BBC


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Um teatro de envergadura



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sábado, 3 de junho de 2017

Nikolai Gogol: O inspetor geral.





livro contém o texto original de Nicolai Gogol, a peça teatral “O inspetor Geral”. E mais um ensaio e 20 artigos discorrendo sobre a realidade brasileira à luz da magnífica obra literária do grande escritor russo. Dessa forma, a Constituição brasileira, os princípios da administração, as referências conceituais da accountability pública, da fiscalização e do controle - conteúdos que embasam a política e o exercício da cidadania – atuam como substrato para o defrontar entre o Brasil atual e a Rússia dos idos de 1.800.

Desbravar a alma humana através de Gogol é enveredar por uma aventura extraordinária, navegar por universos paralelos, descobrir mundos mantidos em planos ocultos, acobertados por interesses nem sempre aceitáveis.

A cada diálogo, a cada cena e ato, a graça e o humor vão embalando uma tragédia social bastante familiar a povos de diferentes culturas, atravessando a história com plena indiferença ao tempo.

O teatro exerce este fascínio de alinhavar os diferentes universos: o cáustico, o bárbaro, o inculto que assaltam a realidade, que obliteram o dia a dia; e o lúdico, o onírico, o utópico-fantástico que habitam o imaginário popular.

O inspetor geral” é um clássico da literatura universal. Neste contexto, qualquer esforço ou tentativa de explicá-lo seria tarefa das mais frívolas e inócuas. E a razão é simples, frugal: nos dizeres de Rodoux Faugh “os clássicos se sustentam ao longo dos tempos porque revestem-se da misteriosa qualidade de explicar o comportamento humano e, ao deslindar a conduta, as idiossincrasias e o caráter da espécie, culminam por desvendar a própria alma da sociedade”.

Esta é a razão deste livro não aspirar à crítica literária, à análise estilística e, sim, possibilitar que o leitor estabeleça relações de causa e efeito sobre os fatos e realidade que assolavam o Império Russo de 1.800 com os que amarguram e asfixiam o Brasil dos limiares do século XXI.

Do início ao final da peça teatral, as similaridades com o Brasil atual inquietam, perturbam, assustam... Caracteriza a literatura clássica o distanciamento da efemeridade, o olhar de soslaio para com o passadiço pois que se incrusta nos marcos da perenidade. Daí a dramaturgia de Nicolai Gogol manter-se plena de beleza, harmonia, plástica, humor e atualidade.

Nesta expedição histórica, a literatura de um dos maiores escritores russos enfoca uma questão que devasta a humanidade desde os seus primórdios, finca âncoras no presente e avança, insaciavelmente, sobre o futuro. O dramaturgo, com maestria, mergulha nas profundezas do caráter humano tratando a corrupção, não como uma característica estanque, intrínseca exclusivamente à esfera individual, mas como uma chaga exposta que se alastrou para deteriorar todas as construções sociais, corroer as instituições e derrocar as organizações humanas.

É o mesmo contexto que compartilham Luís Vaz de Camões e Miguel de Cervantes, William Shakespeare e Leon Tolstoi, Thomas Mann e Machado de Assis.

Mergulhar neste mundo auspicioso e dele extrair abordagens impregnadas de accountability pública é o desafio estabelecido. É para esta jornada que o leitor é convidado de honra.

O livro integra a Coleção Quasar K+:
Livro 1: Quasar K+ Planejamento Estratégico;
Livro 2: Shakespeare: Medida por medida. Ensaios sobre corrupção, administração pública e administração da justiça;
Livro 3: Nikolai Gogol: O inspetor geral. Accountability pública; Fiscalização e controle;
Livro 4: Liebe und Hass: nicht vergessen Aylan Kurdi. A visão de futuro, a missão, as políticas e as estratégias; os objetivos e as metas.


Para saber mais sobre o livro "Nikolai Gogol: 
inspetor geral - Accountability pública; 
Fiscalização e controle", clique aqui.

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Desigualdade na América Latina segue em ritmo muito alto, diz Cepal


A Comissão Econômica das Nações Unidas para a América Latina e Caribe (Cepal), acaba de divulgar um relatório informando que os "níveis de desigualdade na região são muito altos". Isso pode dificultar o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODSs) da ONU previstos para serem alcançados até 2030. A informação é da ONU News.
No ano passado, o Coeficiente de Gini [índice internacional que mede as desigualdades sociais e o nível de concentração de renda] para rendimentos pessoais teve valor médio de 0,469 para 17 países da América Latina, valor considerado alto pela Cepal.  Zero representa nenhuma desigualdade e 1 significa desigualdade máxima.
Intitulado Panorama Social, o relatório da Cepal menciona a distribuição de renda como sendo apenas uma das desigualdades da região. Outro problema é a estrutura da propriedade de ativos físicos e financeiros, considerado "fator fundamental para a reprodução da desigualdade".
A condição étnico-racial é outro fator. Cerca de 130 milhões de afrodescendentes vivem na América Latina, ou 21% da população, sendo que Brasil e Cuba concentram 91% do total regional.
Apesar de 14 países terem mecanismos oficiais de combate ao racismo, a Cepal destaca que esse grupo enfrenta desigualdades em todas as áreas de desenvolvimento. Com isso, os afrodescendentes sofrem as maiores taxas de mortalidade infantil e materna, de desemprego e recebem as menores rendas no trabalho.
Sobre as mulheres latino-americanas, o relatório adverte que seu tempo total de trabalho é superior ao dos homens, além de dedicar um terço de seu tempo ao trabalho doméstico e outros cuidados não remunerados.
Por tudo isto, a Cepal defende uma mudança estrutural progressiva na América Latina e no Caribe de modo a gerar empregos de qualidade, com direitos e proteção social, e que resulte no aumento da produtividade.
ONU News

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Coleção Quasar K+: 

Livro 1: Quasar K+ Planejamento Estratégico;
Livro 2: Shakespeare: Medida por medida. Ensaios sobre corrupção, administração pública e administração da justiça;
Livro 3: Nikolai Gogol: O inspetor geral. Accountability pública; Fiscalização e controle;
Livro 4: Liebe und Hass: nicht vergessen Aylan Kurdi. A visão de futuro, a missão, as políticas e as estratégias; os objetivos e as metas.


O que é a metodologia Quasar K+ de planejamento estratégico?

QUASAR K+ é uma metodologia que procura radicalizar os processos de participação cidadã através de três componentes básicos:
a.Planejamento;
b.Educação e Teatro;
c.Participação intensiva.

Para quem se destina a ferramenta?

A metodologia QUASAR K+ foi desenvolvida para se constituir em uma base referencial tanto para as pessoas, os indivíduos, como para as organizações. Portanto, sua utilização pode ensejar a modernização desde o simples comércio de esquina ao grande conglomerado corporativo. Mas, também, os projetos de crescimento e desenvolvimento individuais, a melhoria das relações familiares...

Fazendo uso da metodologia QUASAR K+ poderemos descortinar novos horizontes nos habilitando a fazer mais e melhor com menor dispêndio de recursos.

Qual a razão desta metodologia?

Nas democracias modernas as sociedades se mostram tanto mais evoluídas e sustentáveis quanto mais aprimoram a qualidade da participação na vida organizacional, política e social.

Para que a participação se revista de qualidade se faz necessário dominar um conjunto de técnicas e instrumentais capazes de impregnar o processo de maior eficácia.

É deste contexto que emerge a metodologia QUASAR K+: disponibilizar técnicas específicas ancoradas em valores e princípios da educação e do teatro, incorporando - como eixo estruturante - as ferramentas do planejamento.

Portanto, é uma metodologia que busca assegurar qualidade à consecução dos objetivos, estratégias e metas traçados.

Por conseguinte, a aplicação da tecnologia possibilitará que nossa inserção e participação nos ambientes de estudo, trabalho, entretenimento e moradia, se verifique de maneira progressivamente mais satisfatória. Ao mesmo tempo em que nos empodera:

- eleva a autoestima – na medida em que tomamos consciência da evolução de nossa capacidade produtiva, da habilidade adquirida para interagir e contribuir com a família, o grupo social, a organização, a sociedade;

- incorpora ganhos sociais para a família, a escola, a instituição em que trabalhamos e a comunidade onde moramos, considerando que os produtos e resultados de nossa intervenção direta passam a ostentar qualidade diferenciada, mais fina, apurada e consentânea com as aspirações por um mundo melhor e mais justo.

De maneira estruturada, o livro enfoca:

- Planejamento e Administração
- O setor público
- Empreendedorismo & iniciativa privada
- Participação intensiva & terceiro setor
- Cidadania
- Qualidade Total
- Educação & Teatro

Para saber mais sobre o livro, clique na capa.


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quinta-feira, 1 de junho de 2017

Brasil é destaque entre as imagens premiadas na World Press Photo 2017



Com dois fotógrafos premiados, o Brasil tem presença expressiva na 60ª edição da World Press Photo, exposição que reúne os mais impactantes registros do fotojornalismo mundial do ano anterior. A mostra está aberta ao público na Caixa Cultural do Rio de Janeiro, única cidade brasileira a receber o evento realizado anualmente em 45 países.
A exposição World Press Photo 2017 pode ser visitada até 18 de junho, de terça-feira a domingo, das 10h às 21h, com entrada franca. A Caixa Cultural fica na Avenida Almirante Barroso, 25, no centro do Rio.

Fotógrafo do jornal Folha de S.Paulo, o brasileiro Lalo Almeida recebeu sua primeira premiação na World Press Photo, ao conquistar o 2º lugar na categoria Assuntos Contemporâneos com um ensaio sobre bebês com microcefalia, vítimas do vírus Zika no Nordeste. A matéria fez parte de um especial publicado pelo jornal em dezembro de 2016.


O brasileiro Felipe Dana, que trabalha para a agência Associated Press, ganhou o 3º lugar na categoria Notícias em Destaque com a imagem Batalha em Mosul, feita durante a ofensiva militar das forças aliadas para recuperar o controle da cidade iraquiana tomada pelo grupo terrorista Estado Islâmico.

A imagem vencedora do prêmio principal do World Press Photo 2017 também foi de um fato ocorrido no Oriente Médio. Um assassinato na Turquia, do turco Burhan Ozbilici, registrada em dezembro passado, mostra o policial Mevlut Mert momentos depois de ter atirado contra o embaixador da Rússia Andrei Karlov, em uma sala de exposições de Ancara.

Na imagem, o assassino aparece com a pistola na mão e o dedo em riste. Na ocasião, ele gritava: “Não se esqueçam de Aleppo. Não se esqueçam da Síria”.

A decisão da maioria do júri de eleger esta imagem como a Foto do Ano causou polêmica, e o próprio presidente da comissão julgadora, Stuart Franklin, também fotógrafo, se opôs à escolha. Segundo ele, conceder o prêmio mais importante ao registro de um assassinato premeditado é amplificar a mensagem desse tipo de crime.


Diretor-executivo da produtora Capadócia, responsável há dez anos pela realização da exposição no Brasil, Rafael Ferraz disse que as fotos selecionadas para a mostra transmitem o real conhecimento do que está acontecendo no mundo. “Não teríamos dimensão da crise dos refugiados se não fossem essas fotografias. Por isso, espero que exposição ajude das pessoas a se sensibilizarem e refletirem sobre os assuntos que estão afligindo o nosso planeta”, destacou.

São ao todo 154 imagens sobre temas variados, que vão das guerras, da política e da economia aos esportes, à cultura e ao meio-ambiente. Além de seus profissionais premiados, o Brasil também marca presença em dois registros feitos no país por fotógrafos estrangeiros.


O alemão Kai Oliver Pfaffenbach recebeu o 3º lugar na categoria Esporte por um registro feito nos Jogos Olímpicos Rio 2016, a imagem congelada do sorriso vitorioso do atleta jamaicano Usain Bolt na semifinal dos 100 metros rasos. Também alemão, Peter Bauza foi premiado com o 3º lugar na categoria Assuntos Contemporâneos com uma série de fotos sobre a triste realidade dos moradores de um conjunto habitacional abandonado no bairro de Campo Grande, na zona norte do Rio.

Mais de 5 mil fotógrafos de 126 nacionalidades diferentes inscreveram um total de 80.408 imagens no concurso, o mais importante do fotojornalismo mundial. Os 45 fotógrafos premiados representam 25 países de todos os continentes.

Por Paulo Virgilio, da Agência Brasil


  

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Um teatro de envergadura



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