sábado, 14 de dezembro de 2019

Todas as cores são legais

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O livro 


As cores - reunidas na caixa de lápis de cor - são surpreendidas pela inesperada atitude do amarelinho. Visivelmente com o cocuruto alterado, a cor do sol começa a agredir as demais colorações, estigmatizando-as com a mesma frequência e desenvoltura com que as insulta, injuria e desrespeita. 

O que teria acontecido na caixa de lápis de cor? 

Que razões teria o amarelo para se indispor com as demais cores, segregando-as do seu convívio? 

Seria possível situação similar ocorrer com os seres humanos? 

Navegue por esta estória eletrizante e compreenda a trama ambientada na caixa de lápis de cor e, quem sabe, na misteriosa caixa que dá proteção e abrigo aos seres humanos, o planeta terra. 


A Coleção Infantil 


São 10 peças teatrais completas, direcionadas ao público infanto-juvenil: 
• Livro 1 – A onça e a capivara ou Não é melhor saber dividir? 
• Livro 2 – Eu compro, tu compras, ele compra 
• Livro 3 – A cigarra e as formiguinhas 
• Livro 4 – A lebre e a tartaruga 
• Livro 5 – O galo e a raposa 
• Livro 6 – Todas as cores são legais 
• Livro 7 – Verde que te quero verde 
• Livro 8 – Como é bom ser diferente 
• Livro 9 – O bruxo Esculfield do Castelo de Chamberleim 
• Livro 10 – Quem vai querer a nova escola. 

O teatro e a dramaturgia - ao contrário das demais ramificações da literatura – transcendem o mero prazer, regalo e deleite da leitura bem como os aspectos educativos e pedagógicos intrínsecos às letras. 

É isto que o leitor perceberá tão logo adentre as páginas dos livros que compõem a Coleção Infantil. 

A leitura dos livros e a reflexão sobre os seus conteúdos poderão remeter o leitor a um universo só possibilitado pelo teatro. 

Não por acaso, esta arte milenar tem sido cultuada por todos os povos, do ocidente e do oriente, desde muitos séculos antes de Cristo. De tão importante, os antigos egípcios e gregos chegaram a vincular o teatro aos rituais destinados a homenagear suas divindades e entes sagrados. 

A dramaturgia e o teatro continuam mantendo as características que os tornaram imprescindíveis na antiguidade clássica: o auxilio para vencer a timidez e desenvolver a autoestima; o aprimoramento da oratória e da dicção; a aprendizagem quanto à impostação de voz, a postura, a presença cênica; os predicados da argumentação lógica e da reflexão crítica; insumos que, sem dúvidas, qualificam a participação, o que – convenhamos – não é pouca coisa num ambiente social obliterado pela mediocridade. 

Preferencialmente destinada às crianças e à juventude, os livros atendem a todas as faixas etárias, dos pequenos que ainda engatinham na pré-escola e no ensino fundamental, aos jovens de ideias e propósitos que já romperam a terceira idade.




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sexta-feira, 13 de dezembro de 2019

O galo e a raposa



O livro 

Faminta e ávida por matar a fome, a Raposa - se passando por amiga do Galo – tenta, por todos os meios, convencer o Carijó a descer da árvore para, assim, sacrificá-lo e saciar a fome. 

Inspirando na inventiva fábula de Esopo, o autor estrutura a comédia infanto-juvenil para contextualizar a realidade atual, abordando assuntos que vão da confiança à traição, da amizade à falsidade, da verdade que edifica à mentira que aprisiona. 

Humor, irreverência e graça são as marcas registradas da obra literária, o que pode ser verificado no trecho a seguir: 

“Ô Galo Carijó, vamos atualizar. Moderno, hoje, é deixar a chave do cofre na mão do gatuno. Não existe nada mais progressista, hoje, que deixar que a Raposa cuide do galinheiro. Mude seus valores, Galo, quebre seus paradigmas, adentre a modernidade. Avante. Dispa-se do conservadorismo liberal e junte-se a nós, os únicos justos, os únicos íntegros, os únicos honestos. Integre-se às forças vivas da nação. Seja um progressista, Carijó.” 


A Coleção Infantil 

São 10 peças teatrais completas, direcionadas ao público infanto-juvenil: 

• Livro 1 – A onça e a capivara ou Não é melhor saber dividir? 
• Livro 2 – Eu compro, tu compras, ele compra 
• Livro 3 – A cigarra e as formiguinhas 
• Livro 4 – A lebre e a tartaruga 
• Livro 5 – O galo e a raposa 
• Livro 6 – Todas as cores são legais 
• Livro 7 – Verde que te quero verde 
• Livro 8 – Como é bom ser diferente 
• Livro 9 – O bruxo Esculfield do Castelo de Chamberleim 
• Livro 10 – Quem vai querer a nova escola. 

O teatro e a dramaturgia - ao contrário das demais ramificações da literatura – transcendem o mero prazer, regalo e deleite da leitura bem como os aspectos educativos e pedagógicos intrínsecos às letras. 

É isto que o leitor perceberá tão logo adentre as páginas dos livros que compõem a Coleção Infantil. 

A leitura dos livros e a reflexão sobre os seus conteúdos poderão remeter o leitor a um universo só possibilitado pelo teatro. 

Não por acaso, esta arte milenar tem sido cultuada por todos os povos, do ocidente e do oriente, desde muitos séculos antes de Cristo. De tão importante, os antigos egípcios e gregos chegaram a vincular o teatro aos rituais destinados a homenagear suas divindades e entes sagrados. 

A dramaturgia e o teatro continuam mantendo as características que os tornaram imprescindíveis na antiguidade clássica: o auxilio para vencer a timidez e desenvolver a autoestima; o aprimoramento da oratória e da dicção; a aprendizagem quanto à impostação de voz, a postura, a presença cênica; os predicados da argumentação lógica e da reflexão crítica; insumos que, sem dúvidas, qualificam a participação, o que – convenhamos – não é pouca coisa num ambiente social obliterado pela mediocridade. 

Preferencialmente destinada às crianças e à juventude, os livros atendem a todas as faixas etárias, dos pequenos que ainda engatinham na pré-escola e no ensino fundamental, aos jovens de ideias e propósitos que já romperam a terceira idade.





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quinta-feira, 12 de dezembro de 2019

A lebre e a tartaruga




O livro 

Em uma densa floresta repleta de animais silvestres, a vagarosa tartaruga - provocada até perder a paciência e a razão - se vê na contingência de aceitar um desesperador desafio, já de início fadado ao fracasso e ao insucesso: disputar uma corrida de velocidade com a lebre, o animalzinho mais veloz das redondezas. 

Ninguém acreditou e a bicharada passou a caçoar da pobre tartaruga exclamando: ‘derrotada’; ‘inútil’; ‘perdedora’; ‘palerma e lerdaça’... E a tartaruga lamentou o dia em que, perdendo a cabeça, aceitou disputar uma corrida com a lebre mais veloz da floresta. 

O epílogo dado como certo sofre uma brusca alteração quando a lebre, convencida da vitória... Surpreenda-se com esta trama, baseada em uma das mais belas fábulas de Esopo, o grande escritor da antiguidade grega. Saiba os desdobramentos dessa peleja entre a célere lebre e a espaçosa, pachorrenta e vagarosa tartaruga. Quem venceu a corrida? A lebre, como seria previsível e natural. Sagrou-se vencedora a tartaruga, instaurando a maior zebra da história dos jogos desde as Olimpíadas? Ambas venceram? Ambas perderam? Descubra na peça teatral infantil A lebre e a tartaruga. 

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A Coleção Infantil 

São 10 peças teatrais completas, direcionadas ao público infanto-juvenil: 
• Livro 1 – A onça e a capivara ou Não é melhor saber dividir? 
• Livro 2 – Eu compro, tu compras, ele compra 
• Livro 3 – A cigarra e as formiguinhas 
• Livro 4 – A lebre e a tartaruga 
• Livro 5 – O galo e a raposa 
• Livro 6 – Todas as cores são legais 
• Livro 7 – Verde que te quero verde 
• Livro 8 – Como é bom ser diferente 
• Livro 9 – O bruxo Esculfield do Castelo de Chamberleim 
• Livro 10 – Quem vai querer a nova escola. 

O teatro e a dramaturgia - ao contrário das demais ramificações da literatura – transcendem o mero prazer, regalo e deleite da leitura bem como os aspectos educativos e pedagógicos intrínsecos às letras. 

É isto que o leitor perceberá tão logo adentre as páginas dos livros que compõem a Coleção Infantil. 

A leitura dos livros e a reflexão sobre os seus conteúdos poderão remeter o leitor a um universo só possibilitado pelo teatro. 

Não por acaso, esta arte milenar tem sido cultuada por todos os povos, do ocidente e do oriente, desde muitos séculos antes de Cristo. De tão importante, os antigos egípcios e gregos chegaram a vincular o teatro aos rituais destinados a homenagear suas divindades e entes sagrados. 

A dramaturgia e o teatro continuam mantendo as características que os tornaram imprescindíveis na antiguidade clássica: o auxilio para vencer a timidez e desenvolver a autoestima; o aprimoramento da oratória e da dicção; a aprendizagem quanto à impostação de voz, a postura, a presença cênica; os predicados da argumentação lógica e da reflexão crítica; insumos que, sem dúvidas, qualificam a participação, o que – convenhamos – não é pouca coisa num ambiente social obliterado pela mediocridade. 

Preferencialmente destinada às crianças e à juventude, os livros atendem a todas as faixas etárias, dos pequenos que ainda engatinham na pré-escola e no ensino fundamental, aos jovens de ideias e propósitos que já romperam a terceira idade.


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terça-feira, 10 de dezembro de 2019

O livro "Eu compro, tu compras, ele compra"

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O livro 
A propaganda - através dos meios de comunicação de massa - exerce uma forte influência sobre as sociedades modernas, impulsionando formas sub-reptícias de dominação política e, em nível do espaço urbano, embalando uma das mais perversas enfermidades sociais, o consumismo.

Sob o ponto de vista econômico, o consumo é um dos componentes que alavancam o desenvolvimento na medida em que, dentre outras características, estimula a produção, a inovação tecnológica, a concorrência, a geração de emprego e renda. Mas aqui, trata-se do consumo sustentável. 

O problema é quando este componente - o consumismo - assume ares e contornos de onipotente divindade, deidade progressista, baluarte da plena satisfação e da conquista da cidadania. É quando as pessoas passam a comprar por comprar, consumir por consumir, ignorando as reais necessidades, desdenhando as prioridades individuais, familiares e sociais. 

Este contexto torna-se mais grave quando, sobretudo, a televisão bombardeia diuturnamente os pirralhos com propagandas que vendem, num simples shampoo, numa boneca de silicone, ou num vídeo game de aventura e combate, a felicidade, a redenção, a glória, o nirvana. 

É este contexto que move a trama retratada por Eu compro, tu compras, ele compra, o 2º livro da Coleção Infantil, conjunto de 10 peças teatrais infantis e infanto-juvenis completas. 

As personagens - envoltas em atribulações, apuros e traquinagens - lidam com vendedores inescrupulosos, discutem como se livrar de assédios e relações comerciais desniveladas, como invalidar contratos com cláusulas abusivas, e, fundamentalmente, refletem criticamente sobre a importância da conscientização, da organização e da atuação junto aos órgãos de defesa do consumidor. 

Ornamentando a encenação e a narrativa, a criatividade e a recreação, com muita alegria e diversão. 

A Coleção Infantil 
São 10 peças teatrais completas, direcionadas ao público infanto-juvenil: 

• Livro 1 – A onça e a capivara ou Não é melhor saber dividir? 
• Livro 2 – Eu compro, tu compras, ele compra 
• Livro 3 – A cigarra e as formiguinhas 
• Livro 4 – A lebre e a tartaruga 
• Livro 5 – O galo e a raposa 
• Livro 6 – Todas as cores são legais 
• Livro 7 – Verde que te quero verde 
• Livro 8 – Como é bom ser diferente 
• Livro 9 – O bruxo Esculfield do Castelo de Chamberleim 
• Livro 10 – Quem vai querer a nova escola. 

O teatro e a dramaturgia - ao contrário das demais ramificações da literatura – transcendem o mero prazer, regalo e deleite da leitura bem como os aspectos educativos e pedagógicos intrínsecos às letras. 

É isto que o leitor perceberá tão logo adentre as páginas dos livros que compõem a Coleção Infantil. 

A leitura dos livros e a reflexão sobre os seus conteúdos poderão remeter o leitor a um universo só possibilitado pelo teatro. 

Não por acaso, esta arte milenar tem sido cultuada por todos os povos, do ocidente e do oriente, desde muitos séculos antes de Cristo. De tão importante, os antigos egípcios e gregos chegaram a vincular o teatro aos rituais destinados a homenagear suas divindades e entes sagrados. 

A dramaturgia e o teatro continuam mantendo as características que os tornaram imprescindíveis na antiguidade clássica: o auxilio para vencer a timidez e desenvolver a autoestima; o aprimoramento da oratória e da dicção; a aprendizagem quanto à impostação de voz, a postura, a presença cênica; os predicados da argumentação lógica e da reflexão crítica; insumos que, sem dúvidas, qualificam a participação, o que – convenhamos – não é pouca coisa num ambiente social obliterado pela mediocridade. 

Preferencialmente destinada às crianças e à juventude, os livros atendem a todas as faixas etárias, dos pequenos que ainda engatinham na pré-escola e no ensino fundamental, aos jovens de ideias e propósitos que já romperam a terceira idade. 



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segunda-feira, 9 de dezembro de 2019

A onça e a capivara



O livro 
Dois urubus engendram uma perversa trama. Arquitetam um plano maligno que impacta o campo e as cidades, capaz de destruir o patrimônio construído pela humanidade ao longo de séculos e séculos de esforços e sacrifícios. 

Entremeando a trama, são abordados os assuntos que estão a castigar o homem contemporâneo: 
• a preservação das nascentes, florestas e matas ciliares para a conservação da água; 
• o saneamento básico, o tratamento do esgoto sanitário, a destinação final do lixo, a reciclagem; 
• o consumo sustentável; 
• a necessidade de tempestiva intervenção quando o quadro e a realidade se apresentam injustos; 
• para viver em sociedade é necessário solidariedade, compartilhamento. 

Em que pese a complexidade que caracteriza cada um dos assuntos enfocados, a peça teatral infanto-juvenil movimenta-se numa profusão de cenas e quadros alegres e divertidos, provando o que os gregos já praticavam na antiguidade clássica: o humor é o mais eficaz condutor da reflexão crítica. 

A Coleção Infantil 
São 10 peças teatrais completas, direcionadas ao público infanto-juvenil: 
• Livro 1 – A onça e a capivara ou Não é melhor saber dividir? 
• Livro 2 – Eu compro, tu compras, ele compra 
• Livro 3 – A cigarra e as formiguinhas 
• Livro 4 – A lebre e a tartaruga 
• Livro 5 – O galo e a raposa 
• Livro 6 – Todas as cores são legais 
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• Livro 8 – Como é bom ser diferente 
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O teatro e a dramaturgia - ao contrário das demais ramificações da literatura – transcendem o mero prazer, regalo e deleite da leitura bem como os aspectos educativos e pedagógicos intrínsecos às letras. 

É isto que o leitor perceberá tão logo adentre as páginas dos livros que compõem a Coleção Infantil. 

A leitura dos livros e a reflexão sobre os seus conteúdos poderão remeter o leitor a um universo só possibilitado pelo teatro. 

Não por acaso, esta arte milenar tem sido cultuada por todos os povos, do ocidente e do oriente, desde muitos séculos antes de Cristo. De tão importante, os antigos egípcios e gregos chegaram a vincular o teatro aos rituais destinados a homenagear suas divindades e entes sagrados. 

A dramaturgia e o teatro continuam mantendo as características que os tornaram imprescindíveis na antiguidade clássica: o auxilio para vencer a timidez e desenvolver a autoestima; o aprimoramento da oratória e da dicção; a aprendizagem quanto à impostação de voz, a postura, a presença cênica; os predicados da argumentação lógica e da reflexão crítica; insumos que, sem dúvidas, qualificam a participação, o que – convenhamos – não é pouca coisa num ambiente social obliterado pela mediocridade. 

Preferencialmente destinada às crianças e à juventude, os livros atendem a todas as faixas etárias, dos pequenos que ainda engatinham na pré-escola e no ensino fundamental, aos jovens de ideias e propósitos que já romperam a terceira idade. 



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sexta-feira, 6 de dezembro de 2019

555 exercícios, jogos e laboratórios para aprimorar a redação teatral



Veja os conteúdos da obra literária:

O livro 
Princípios da técnica ThM-Theater Movement 
As etapas para a construção da peça teatral 
Os Exercícios para aprimorar a redação do texto literário 
Por que planejar a elaboração do texto literário e da peça teatral? 
ThM-Theater Movement - princípios da técnica de elaboração de textos dramáticos: 
• Criatividade 
• O conflito 
• A estruturação do texto teatral. 
• A engenharia de produção: as nuvens de ideias 
• A temática abordada 
• Aprenda com os melhores 
• A construção, o processo. 
Sob a inspiração de Shakespeare e Rodoux Faugh 

Os conteúdos do livro “555 exercícios, jogos e laboratórios para aprimorar a redação da peça teatral”: 
Introdução 

CAPÍTULO I – o referencial teórico 
Os Exercícios para aprimorar a redação 
Planejar a elaboração de uma peça teatral? Para quê? 
Planejamento – a metodologia ThM-Theater Movement 
Sobre a Avaliação 
ThM-Theater Movement: os princípios da técnica de elaboração de textos dramáticos 
1. Criatividade 
2. O conflito 
3. A estruturação do texto teatral. 
4. As nuvens 
5. Quanto à temática abordada 
6. A pesquisa e a investigação 
7. A construção solidária e a participação intensiva 
8. Lidando com o suspense 
9. Um processo ininterrupto 
10. Surpreenda no final 
11. Aprenda com os melhores 
12. A construção, o processo, a jornada. 

Capítulo II – Os exercícios 
A – Pequenas narrativas: início, desenvolvimento e epílogo. 
I - Apresentando partes de narrativas. 
II – Redigindo pequenas narrativas. 
B - Pequenas narrativas: a Comédia e a Tragédia 
III – Os epílogos 
C – Escrevendo na forma de diálogos 
IV – Os diálogos. 
V – Criando minúsculas peças teatrais 
V – Redigindo comédias 
E – Explorando uma ideia 
VI – Diálogos a partir de provérbios 
VIII – Transformando estórias dialogadas em tragédias. 
IX – Criando argumentos e concatenando ideias. 
IX – Elaborando uma comédia e uma tragédia. 
X – Ampliando a capacidade de argumentação. 
XI – Trabalhando na construção dos diálogos. 
F – Redigindo com palavra-chave 
XII – Elaborando pequenos textos estruturados. 
XIII – Aprofundando na elaboração de pequenas comédias e tragédias. 
G- Redigindo com expressões 
XIV – Exercitando com expressões. 
XV – Consolidando a aprendizagem. 
H – Escrevendo micropeças 
XVI – Exercitando – a elaboração do texto teatral. 
I - Sob a inspiração de Shakespeare 
XVII – Inspirando em Willian Shakespeare. 
J – Um roteiro para alcançar a mina 
XVIII – Quando a temática é imposta. 
L – Escrevendo de forma diferente 
XIX – Desenvolvendo a capacidade de elaborar paráfrases. 
XX – A linha de produção. 
Princípios da técnica ThM 

Capítulo III - Exercícios complementares 
Inspirando em Rodoux Faugh 
Inspirando em Esopo 

quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

Quem tenta agradar todo mundo, não agrada ninguém



Quem tenta agradar todo mundo, não agrada ninguém 

O terceiro livro desta Coleção discorre sobre a demagogia, uma das facetas mais perversas do sistema democrático. 

O dono de um burro resolve vendê-lo para fazer dinheiro e, a partir daí, a estória infantil toma corpo para discutir valores e princípios como a: 

• verdade e a honestidade; 
• sinceridade e a integridade; 
• moral, a ética e a virtude. 

     O livro está disponível para venda aqui.

Coleção Educação, Teatro & Democracia 

     Teatro e democracia são dois valores cultuados pelas civilizações modernas e desenvolvidas. 
     Não por acaso, ambos se originaram na região geográfica tida como o berço da civilização ocidental: a Grécia antiga; a Grécia de Sófocles, Ésquilo, Aristóteles, Platão... 
     É bem verdade que a história registra a existência, tanto de um como de outro, permeando outras civilizações da antiguidade como a Índia, Egito e povos do continente asiático. 
     Mas no formato como teatro e democracia se apresentam hoje, dentre nós, esta herança - sem dúvidas - devemos aos helenos. 
     Portanto, ambos nasceram na Grécia antiga, oriundos de movimentos genuinamente populares, sorvendo das praças e logradouros públicos, colocando a grande arte e a grande política num patamar substancialmente superior. 
     Nesta Coleção, se reverencia o teatro e a democracia com quatro peças teatrais completas. Todas elas conduzem o leitor a este universo político em que latejam nossos direitos e nossos deveres. 
     Os conteúdos apropriados no formato de peças teatrais possibilitam, também, que pais & filhos, alunos & professores, a comunidade de forma geral, incorpore os fundamentais conceitos e assuntos aqui enfocados.
     Quatro livros compõem a Coleção: 
Livro 1 – A bruxa chegou... peguem a bruxa 
Livro 2 – Carrossel azul 
Livro 3 – Quem tenta agradar todo mundo, não agrada ninguém 
Livro 4 – O dia em que o mundo apagou 
     A Coleção Educação, teatro & Democracia está disponível para venda aqui.


Coleção Educação, Teatro & História 

     A coleção - desenvolvida especialmente para estudantes - compõe-se de 4 livros, num mergulho pela história do Brasil, desde os idos da colônia, até chegar a terra Brasilis contemporânea.
     São 4 peças teatrais completas, escritas no formato de jogral, integrando canto e coro, poesia e trova, oratória e interpretação dramática. 
     Integram a coleção: 
• Livro 1 – Todo o dia é dia de independência 
• Livro 2 – Todo o dia é dia de índio 
• Livro 3 – Todo o dia é dia de consciência negra 
• Livro 4 – Todo o dia é dia de meio ambiente 
     A Coleção Educação, teatro & História está disponível para venda aqui.



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terça-feira, 3 de dezembro de 2019

Teatro de bonecos: espaço onde Artaud e Brecht se encontram.


Antonin Artaud e Bertolt Brecht passaram suas existências num período extremamente profícuo para a história do teatro contemporâneo. Representam uma geração de encenadores preocupados em dar novos formatos e conteúdos ao teatro, em revolucionar a linguagem dramática, por isto – apesar de terem desenvolvido diferentes escolas – apresentam pontos onde é possível encontrar convergências.

Para muitos, desejar encontrar convergências em escolas teatrais tidas como antagônicas chega a parecer heresia. Mas o que é o teatro senão a mais intensa e voluptuosa expressão do antagonismo?

Sim, é verdade. Artaud se envereda por um teatro dotado de intensa participação, frenesi e irrealismo, uma arte baseada na metafísica e na magia, ao passo que Bert Brecht preferiu beber na fonte do ‘distanciamento’, do didatismo e da inserção histórica.

Como também é verdade que, na caminhada para conceberem suas diretrizes, encontraram-se em diversos momentos e oportunidades.

Artaud e os encenadores dialéticos encontraram-se sobretudo no combate à ditadura do teatro literário e psicológico, nos momentos em que experimentavam a instituição de um novo espaço cênico. Ambas as escolas rejeitam o teatro como um fugaz divertimento, refugam a representação baseada no ‘mimetismo’ e na psicologia e desdenham a encenação de cunho tradicionalista.

Em uma de suas cartas (a Daumal) Artaud hipoteca elogios aos movimentos que buscavam a renovação do teatro, particularmente os originários de fora de seu país, a França. Reconhece os avanços obtidos nas experiências de Erwin Piscator, de Meyerhold e de todo o teatro da Rússia pós-revolucionária: “os alemães e os russos souberam substituir o teatro psicológico pelo teatro de ação e de massas”.

O encenador francês tinha conhecimento das experiências que fervilhavam na Alemanha e na União Soviética. Em 1930 a cidade das luzes recebeu Meyerhold e sua companhia teatral; e em 1932 o próprio Artaud estava em Berlim assistindo aos espetáculos de Reinhardt, Piscator e Meyerhold.

Mas o namoro durou pouco. À medida que as duas escolas foram se consolidando, as diferenças passaram a emergir de forma claramente visível. E a distância entre ambos foi se dilatando e expandindo. A partir de determinado ponto, os caminhos tornaram-se diametralmente opostos: enquanto Brecht e Meyerhold fazem a escolha pelo teatro político, Artaud prefere o teatro metafísico e mágico. E a pá de cal selando a separação é lançada pelo encenador francês no ano de 1932:

“Considero vãs todas as tentativas feitas na Rússia para fazer o teatro servir a objetivos sociais e revolucionários imediatos, por mais inovadores que sejam os processos de encenação empregados. Tais condutas, na medida em que se submetem aos dados mais estritos do materialismo dialético, viram as costas à metafísica, que eles desprezam, e permanecem apenas uma encenação, na acepção mais grosseira do termo”.

Em que pese a certa virulência da manifestação, a separação - agora oficial - não rompeu todos os pontos de contato entre o teatro de ambos. Fosse assim, como seria possível a Artaud escrever “A conquista do México”? Não é esta obra um libelo libertário sobre a grave questão da colonização? E não é este assunto, em sua essência, uma temática política, bem ao gosto dos encenadores que se guiavam pelo materialismo dialético?

Também o Living Theater de Julian Beck e Judith Malina perceberam no ‘antagonismo’ entre as duas correntes diversos vasos comunicantes, o que levou o grupo – reconhecidamente discípulo de Antonin Artaud – a montar Antígone, uma obra tomada de Sófocles e adaptada por Bertolt Brecht.

Se é do conflito que o teatro se nutre, se as manifestações antagônicas o conformam e o estruturam, então navegar entre os universos de Artaud e Brecht pode ser bastante produtivo, malgrado o olhar enviesado de alguns puristas.

No Teatro Mane Beiçudo Artaud e Brecht se divertem, curtindo altos papos. Conversam relegando o rigor que muitos enxergam em seus ensinamentos. No Mane Beiçudo a participação intensiva é buscada sem que se percam as vantagens propiciadas pelo efeito do distanciamento; a formalidade didática convive lado a lado com o jogo mágico e lúdico; e a incursão pelo interior, a busca do supra-sensível e da espiritualidade não compromete a compreensão histórica dos processos de transformação social e sua incontinente perseguição.

Naturalmente são encontros sem guarida na doutrina dogmática dos teóricos acadêmicos, obliterados por uma visão autoritária do conhecimento; mas plenamente presentes no universo do Teatro de Bonecos Mané Beiçudo, que exercita um teatro renovador, crítico, socialmente transformador, mas umbilicalmente vinculado ao lúdico, ao onírico, ao transcendente. Ou no dizer de Mané Beiçudo, em suas pelejas contra o carcará sanguinolento:

“Tudo bem minha fulô, mas também nem tanto, nem tanto o sinhozinho lá de cima, nem tanto o tinhosão lá de baixo. É que ... meu coraçãozinho ... céu pelo céu e inferno pelo inferno é como leite ou docim de jirimum esturricado, tem gosto bão não. Escuta: é no meio que se apura o gosto, que se encontra a liga, que se depura a sustança ... é quando se mistura tudo, visse meu bem? Aprenda, aprenda minha vidinha: partir ou começar é mais um estado de espírito, entende? Mais uma manifestação de vontade. A vida real, a vida verdadeira tá colocada é no caminho, na toada, nas andanças que agente faz, quando Deus e o diabo, o sol e a lua, o doce e o amargo se manifestam como verso e reverso da mesma moeda”.

Antônio Carlos dos Santos, criador da metodologia de produção do teatro popular de bonecos Mané Beiçudo.


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