domingo, 21 de maio de 2017

Promiscuidade?


Gilmar e Aécio transcritos
Eis a transcrição, segundo o G1, do telefonema no qual Aécio Neves pediu ajuda de Gilmar Mendes para convencer o senador Flexa Ribeiro (PSDB/PA) a votar a favor do projeto de lei que endurece as punições para autoridades que cometem "abusos".
Aécio Neves:: Oi, Gilmar. Alô.
Gilmar Mendes: Oi, tudo bem?
Aécio: Você sabe um telefonema que você poderia dar que me ajudaria na condução lá. Não sei como é sua relação com ele, mas ponderando... Enfim, ao final dizendo que me acompanhe lá, que era importante... Era o Flexa, viu? [Aécio se referia ao senador Flexa Ribeiro]
Gilmar: O Flexa, tá bom, eu falo com ele.
Aécio: Porque ele é o outro titular da comissão, somos três, sabe?... Né...
Gilmar: Tá bom, tá bom. Eu vou falar com ele. Eu falei... Eu falei com o Anastasia e falei com o Tasso... Tasso não é da comissão, mas o Anastasia... O Anastasia disse “Ah, tô tentando... [incompreensível]...” e...
Aécio: Dá uma palavrinha com o Flexa... A importância disso e no final dá sinal para ele porque ele não é muito assim... De entender a profundidade da coisa... Fala ó... Acompanha a posição do Aécio porque eu acho que é mais serena. Porque o que a gente pode fazer no limite? Apresenta um destaque para dar uma satisfação para a bancada e vota o texto... Que vota antes, entendeu?
Gilmar: Unhum.
Aécio: Destaque é destaque é destaque... Depois não vai ter voto, entendeu?
Gilmar: Unhum. Unhum.
Aécio: Pelo menos vota o texto e dá uma...
Gilmar: Unhum.
Aécio: Uma satisfação para a ban... Para não parecer que a bancada foi toda ela contrariada, entendeu?
Gilmar: Unhum.
Aécio: Se pudesse ligar para o Flexa aí e fala...
Gilmar: Eu falo pra com ele... E falo com ele... Eu ligo pra ele... Eu ligo pra ele agora.
Aécio: ...[incompreensível]... importante
Gilmar: Ligo pra ele agora.
Aécio: Um abraço.
"Logo em seguida, às 9h31, Aécio liga para o senador Flexa Ribeiro e mantém a seguinte conversa, que durou 45 segundos:"
Aécio Neves: Um amigo nosso em comum que você vai ver quem é... Está tentando te ligar... Aí você atende ele, tá? Um cara importante aí que você vai ver que é.
Flexa Ribeiro: Tá bom.
Aécio Neves:...[incompreensível]... no seu gabinete para fazer umas ponderações, aí você encontra comigo, tá bom?
Flexa Ribeiro:Tá ok então, um abraço.
Aécio Neves:...[incompreensível]... na CCJ.
Flexa Ribeiro: Então tá.

O Antagonista

__________________

Nikolai Gogol: O inspetor geral.



livro contém o texto original de Nicolai Gogol, a peça teatral “O inspetor Geral”. E mais um ensaio e 20 artigos discorrendo sobre a realidade brasileira à luz da magnífica obra literária do grande escritor russo. Dessa forma, a Constituição brasileira, os princípios da administração, as referências conceituais da accountability pública, da fiscalização e do controle - conteúdos que embasam a política e o exercício da cidadania – atuam como substrato para o defrontar entre o Brasil atual e a Rússia dos idos de 1.800.

Desbravar a alma humana através de Gogol é enveredar por uma aventura extraordinária, navegar por universos paralelos, descobrir mundos mantidos em planos ocultos, acobertados por interesses nem sempre aceitáveis.

A cada diálogo, a cada cena e ato, a graça e o humor vão embalando uma tragédia social bastante familiar a povos de diferentes culturas, atravessando a história com plena indiferença ao tempo.

O teatro exerce este fascínio de alinhavar os diferentes universos: o cáustico, o bárbaro, o inculto que assaltam a realidade, que obliteram o dia a dia; e o lúdico, o onírico, o utópico-fantástico que habitam o imaginário popular.

O inspetor geral” é um clássico da literatura universal. Neste contexto, qualquer esforço ou tentativa de explicá-lo seria tarefa das mais frívolas e inócuas. E a razão é simples, frugal: nos dizeres de Rodoux Faugh “os clássicos se sustentam ao longo dos tempos porque revestem-se da misteriosa qualidade de explicar o comportamento humano e, ao deslindar a conduta, as idiossincrasias e o caráter da espécie, culminam por desvendar a própria alma da sociedade”.

Esta é a razão deste livro não aspirar à crítica literária, à análise estilística e, sim, possibilitar que o leitor estabeleça relações de causa e efeito sobre os fatos e realidade que assolavam o Império Russo de 1.800 com os que amarguram e asfixiam o Brasil dos limiares do século XXI.

Do início ao final da peça teatral, as similaridades com o Brasil atual inquietam, perturbam, assustam... Caracteriza a literatura clássica o distanciamento da efemeridade, o olhar de soslaio para com o passadiço pois que se incrusta nos marcos da perenidade. Daí a dramaturgia de Nicolai Gogol manter-se plena de beleza, harmonia, plástica, humor e atualidade.

Nesta expedição histórica, a literatura de um dos maiores escritores russos enfoca uma questão que devasta a humanidade desde os seus primórdios, finca âncoras no presente e avança, insaciavelmente, sobre o futuro. O dramaturgo, com maestria, mergulha nas profundezas do caráter humano tratando a corrupção, não como uma característica estanque, intrínseca exclusivamente à esfera individual, mas como uma chaga exposta que se alastrou para deteriorar todas as construções sociais, corroer as instituições e derrocar as organizações humanas.

É o mesmo contexto que compartilham Luís Vaz de Camões e Miguel de Cervantes, William Shakespeare e Leon Tolstoi, Thomas Mann e Machado de Assis.

Mergulhar neste mundo auspicioso e dele extrair abordagens impregnadas de accountability pública é o desafio estabelecido. É para esta jornada que o leitor é convidado de honra.

O livro integra a Coleção Quasar K+:

Livro 1: Quasar K+ Planejamento Estratégico;
Livro 2: Shakespeare: Medida por medida. Ensaios sobre corrupção, administração pública e administração da justiça;
Livro 3: Nikolai Gogol: O inspetor geral. Accountability pública; Fiscalização e controle;
Livro 4: Liebe und Hass: nicht vergessen Aylan Kurdi. A visão de futuro, a missão, as políticas e as estratégias; os objetivos e as metas.


Para saber mais sobre o livro "Nikolai Gogol: O inspetor geral - Accountability pública; Fiscalização e controle", clique aqui.

sábado, 20 de maio de 2017

O maior escritor russo fala aos corruptos brasileiros

Nikolai Gogol: O inspetor geral.



livro contém o texto original de Nicolai Gogol, a peça teatral “O inspetor Geral”. E mais um ensaio e 20 artigos discorrendo sobre a realidade brasileira à luz da magnífica obra literária do grande escritor russo. Dessa forma, a Constituição brasileira, os princípios da administração, as referências conceituais da accountability pública, da fiscalização e do controle - conteúdos que embasam a política e o exercício da cidadania – atuam como substrato para o defrontar entre o Brasil atual e a Rússia dos idos de 1.800.

Desbravar a alma humana através de Gogol é enveredar por uma aventura extraordinária, navegar por universos paralelos, descobrir mundos mantidos em planos ocultos, acobertados por interesses nem sempre aceitáveis.

A cada diálogo, a cada cena e ato, a graça e o humor vão embalando uma tragédia social bastante familiar a povos de diferentes culturas, atravessando a história com plena indiferença ao tempo.

O teatro exerce este fascínio de alinhavar os diferentes universos: o cáustico, o bárbaro, o inculto que assaltam a realidade, que obliteram o dia a dia; e o lúdico, o onírico, o utópico-fantástico que habitam o imaginário popular.

O inspetor geral” é um clássico da literatura universal. Neste contexto, qualquer esforço ou tentativa de explicá-lo seria tarefa das mais frívolas e inócuas. E a razão é simples, frugal: nos dizeres de Rodoux Faugh “os clássicos se sustentam ao longo dos tempos porque revestem-se da misteriosa qualidade de explicar o comportamento humano e, ao deslindar a conduta, as idiossincrasias e o caráter da espécie, culminam por desvendar a própria alma da sociedade”.

Esta é a razão deste livro não aspirar à crítica literária, à análise estilística e, sim, possibilitar que o leitor estabeleça relações de causa e efeito sobre os fatos e realidade que assolavam o Império Russo de 1.800 com os que amarguram e asfixiam o Brasil dos limiares do século XXI.

Do início ao final da peça teatral, as similaridades com o Brasil atual inquietam, perturbam, assustam... Caracteriza a literatura clássica o distanciamento da efemeridade, o olhar de soslaio para com o passadiço pois que se incrusta nos marcos da perenidade. Daí a dramaturgia de Nicolai Gogol manter-se plena de beleza, harmonia, plástica, humor e atualidade.

Nesta expedição histórica, a literatura de um dos maiores escritores russos enfoca uma questão que devasta a humanidade desde os seus primórdios, finca âncoras no presente e avança, insaciavelmente, sobre o futuro. O dramaturgo, com maestria, mergulha nas profundezas do caráter humano tratando a corrupção, não como uma característica estanque, intrínseca exclusivamente à esfera individual, mas como uma chaga exposta que se alastrou para deteriorar todas as construções sociais, corroer as instituições e derrocar as organizações humanas.

É o mesmo contexto que compartilham Luís Vaz de Camões e Miguel de Cervantes, William Shakespeare e Leon Tolstoi, Thomas Mann e Machado de Assis.

Mergulhar neste mundo auspicioso e dele extrair abordagens impregnadas de accountability pública é o desafio estabelecido. É para esta jornada que o leitor é convidado de honra.

O livro integra a Coleção Quasar K+:

Livro 1: Quasar K+ Planejamento Estratégico;
Livro 2: Shakespeare: Medida por medida. Ensaios sobre corrupção, administração pública e administração da justiça;
Livro 3: Nikolai Gogol: O inspetor geral. Accountability pública; Fiscalização e controle;
Livro 4: Liebe und Hass: nicht vergessen Aylan Kurdi. A visão de futuro, a missão, as políticas e as estratégias; os objetivos e as metas.


Para saber mais sobre o livro "Nikolai Gogol: O inspetor geral - Accountability pública; Fiscalização e controle", clique aqui.

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Uganda acolhe 900 mil refugiados sul-sudaneses que necessitam de ajuda


Uganda já acolhe mais de 900 mil refugiados sul-sudaneses que necessitam urgentemente de assistência humanitária, o que representa mais que todas as solicitações de asilo concedido pela Europa no ano passado, apontou nesta quinta-feira (18) em comunicado a ONG Médicos Sem Fronteira (MSF). A Informação é da Agência EFE.
De acordo com esta organização, mais de 630 mil refugiados chegaram ao Norte de Uganda desde julho de 2016, quando voltou a explodir a violência no Sudão do Sul entre rebeldes e o Exército, e milhares de sul-sudaneses continuam fugindo a cada semana ao país vizinho.
"O total de refugiados sul-sudaneses e solicitantes de asilo é 900 mil, e Uganda é agora o país que mais refugiados acolhe na África e que aceitou mais refugiados que o número de pessoas que receberam asilo na Europa em 2016", aponta MSF.
Esta organização indica que os sul-sudaneses que chegam ao Norte de Uganda têm um estado de saúde "relativamente bom", mas muitos experimentaram "uma violência horrível" em seus locais de origem ou durante o trajeto.
O alcance da chegada de refugiados a esse país levou até o limite as "políticas progressistas" de Uganda em matéria de refugiados e afetou a capacidade do Governo de responder ao grande fluxo de sul-sudaneses.
"Apesar da grande mobilização humanitária, a resposta de emergência ainda está longe de ser suficiente e muitas pessoas não têm água, comida e refúgio suficiente", afirmou o chefe da missão da MSF em Uganda.
Muitos refugiados recém-chegados têm que dormir debaixo de árvores e há atrasos na distribuição de comida e de água potável, algo que inclusive fez com que alguns sul-sudaneses voltassem a seu país perante as carências que sofrem nos acampamentos.
A isto se soma o fato de que, apesar de 85% das pessoas chegadas novas ao Norte de Uganda serem mulheres e meninos, não há uma resposta e proteção específica para as "estendidas violações" com este grupo.
Da Agência EFE

________________

Educação, teatro e folclore: uma coleção com dez livros

A maior coleção interagindo educação, teatro e folclore, já lançada no país. 

São dez volumes abordando 19 lendas do folclore brasileiro:

Livro 1 - O coronel e o juízo final
Livro 2 - A noite do terror
Livro 3 - Lobisomem – O lobo que era homem
Livro 4 - Cobra Honorato
Livro 5 - A Mula sem cabeça
Livro 6 - Iara, a mãe d’água
Livro 7 - Caipora
Livro 8 - O Negrinho pstoreiro
Livro 9 - Romãozinho, o fogo fátuo
Livro 10 - Saci Pererê

Dez comédias para o público infanto-juvenil, onde a cultura popular do país é retratada através de uma dramaturgia densa, mas, ao mesmo tempo, hilariante, alegre e divertida.


Para saber mais, clique aqui.



quinta-feira, 18 de maio de 2017

Pesquisa diz que 123 milhões com 15 anos ou mais não praticam esporte no Brasil


Entre setembro de 2014 e setembro de 2015, os jovens e adultos com 15 anos ou mais de idade que não praticavam qualquer tipo de esporte ou atividade física eram 122,9 milhões de pessoas, o equivalente a 76% da população de 161,8 milhões de brasileiros nesta faixa etária. Do total, 70,1 milhões eram mulheres, o equivalente a 83,1% da população feminina do país de 15 anos ou mais por ocasião da pesquisa.
Os dados fazem parte do estudo Pnad 2015: Prática de Esporte e Atividade Física, que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou hoje (17), no Rio de Janeiro, com dados extraídos a partir da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) daquele ano.
Os números divulgados revelam que, em 2015, no Brasil, 61,3 milhões de pessoas de 15 anos ou mais de idade – o equivalente a 37,9% do total de 161,8 milhões de pessoas nesta faixa etária – praticavam algum tipo de esporte ou atividade física, dos quais 53,9% eram homens e 46,1% mulheres.
O estudo constatou que a prática é mais frequente na faixa de idade entre 15 a 17 anos, onde mais de 50% dos entrevistados responderam ter praticado algum esporte ou atividade física no período de 365 dias de referência, enquanto na faixa etária de 60 anos ou mais este percentual era de mais de 27%.
A pesquisa decorre de convênio do Ministério do Esporte com o IBGE, que investigou a prática de esportes e atividades físicas por pessoas de 15 anos ou mais, identificando o tipo de esporte ou atividade física praticada, perfil dos praticantes, motivação, local de prática, frequência, duração, participação em competições e outros aspectos.
Também foram investigadas as pessoas que não realizaram esporte, identificando o motivo de não praticar e se tinham praticado anteriormente. “A quantidade de pessoas que não praticam e nunca praticaram qualquer tipo de esporte ou atividade física chamou bastante atenção: ela decorre da falta de tempo ou mesmo de interesse e tem maior ou menos influência de acordo com a idade.
Entre os jovens de 15 a 17 anos, por exemplo, é a falta de interesse que motiva o sedentarismo. Já entre as pessoas com mais idade têm como motivo maior a falta de tempo”, disse o analista da Coordenação de Trabalho e Rendimento do IBGE, Leonardo Quaresma, em entrevista à Agência Brasil.
Escolaridade e renda
Outra constatação importante envolve o nível de escolaridade que apresentou relação inversa com a ausência de prática esportiva: entre as pessoas sem instrução, a proporção das que não praticaram algum esporte foi de 91%, caindo para 64,9% entre aquelas com nível superior completo.
Essa mesma relação foi observada ao se avaliar o rendimento mensal domiciliar per capita: entre as pessoas na classe sem rendimento a menos de meio salário mínimo, 78,7% não praticaram algum esporte, registrando-se, na Região Sul, o caso mais elevado (82,4%). Já entre as da classe de 5 salários mínimos ou mais, essa proporção caiu para 60,2%.
“Há uma identificação bem clara da influência do nível de escolaridade com a prática de esporte e ou de atividade física. Imagino que isso tem a ver com questões de escolaridade, renda e até mesmo cultural. A pratica de esporte é também uma coisa cultural e isto está presente, por exemplo, no futebol. É um lazer enraizado na população: jogar bola”, admite Quesada.
Ainda do ponto de vista da escolaridade, o estudo comprovou que o percentual de pessoas praticantes de algum esporte ou atividade física foi crescendo conforme o grau de instrução, saindo dos 17,3% relativos às pessoas sem instrução, passando pelo percentual de 36,6% das que tinham ensino fundamental completo, pelos 43% que tinham ensino médio completo, até chegar aos 56,7% relativos aos com ensino superior completo.
Por estado e região
Entre as 61,3 milhões de pessoas que em 2015 praticavam algum esporte ou atividade física, o equivalente a 37,9% da população na faixa de 15 anos ou mais de idade, o maior percentual de praticantes estava concentrado nas Regiões Sul e Centro-Oeste, com 40,8% e 41,1% do total, respectivamente. Já os menores percentuais ficavam nas Regiões Nordeste (36,3%), Norte (36,6%) e Sudeste (37,5%).
Surpreendentemente, entre os estados, o que acusou o maior percentual de pessoas de 15 anos ou mais praticantes de esporte foi o Amazonas. Lá, 32,2% da população nesta faixa etária praticaram algum esporte. Já as menores taxas foram observadas no Rio de Janeiro (18,9%) e Alagoas (19%).
O Amazonas também se destaca quando a pesquisa avalia a pratica de esporte ou atividade física por sexo. Naquele estado, foram registradas participações de 42% dos homens (a maior taxa do Brasil) e 22,4% das mulheres como praticantes de esporte ou atividade física. No que diz respeito às mulheres, valores ainda mais expressivos ocorreram em Mato Grosso do Sul (23,3%), Mato Grosso (23,6%) e Santa Catarina (24,3%).
Principal esporte
No chamado país do futebol, o futebol o esporte favorito e a principal modalidade esportiva para 15,3 milhões de pessoas que tinham por habito praticar alguma atividade esportiva ou física em 2015.
Segundo o levantamento do IBGE, este número representou 39,3% dos 38,8 milhões de praticantes de algum esporte no país. Em segundo lugar, destacou-se a caminhada como modalidade mais citada, com 9,5 milhões de pessoas praticantes, o equivalente a 24,6% da população praticante de algum esporte.
Para o técnico do IBGE, Leonardo Quaresma, a pratica de esporte é também uma coisa cultural e isto está presente no futebol. “É um lazer enraizado na população jogar bola. A caminhada também é uma das atividades físicas mais praticadas, mas aí entra também a questão financeira. Ela é bem democrática, você coloca um par de tênis e caminha. É uma prática presente tanto entre os homens e as mulheres, embora mais entre as mulheres” ressaltou.
O futebol foi o preferidoe por homens, correspondendo a 94,5% dos praticantes dessa modalidade. Para os homens, vale destacar sua participação decrescente nas seguintes modalidades: ciclismo (75,2%); lutas e artes marciais (70%); e atletismo (64,5%).
Já entre as mulheres, os quatro esportes predominantemente praticados em ordem decrescente, foram a dança e o ballet (85%); ginástica rítmica e artística (80,5%); caminhada (65,5%) e fitness (academias de ginástica: 64,4%).
Outra constatação do IBGE é a de que quanto mais jovem a população, maior a representatividade do futebol na prática de esporte. No grupo de 15 a 17 anos, a modalidade representou 64,5%, e, no grupo de 18 a 24 anos, 57,6%.
As frequências declinam a partir dessa faixa etária, sendo registrados 41,4% no grupo de 25 a 39 anos; 24,1% de 40 a 59 anos; e 4,9% entre as pessoas de 60 anos ou mais. Comportamento oposto foi observado relativamente à caminhada, que, para os mais jovens, representou 4,7% da prática da atividade, subindo até 59,6% para a população mais idosa.
Mesmo com distribuição geográfica bem diversificada, o futebol predominou e foi o esporte mais citado em todas as grandes regiões do país. Ainda assim, a Região Norte destacou-se por ter mais da metade de praticantes nessa modalidade (55,9%); seguida pelas Regiões Nordeste (48,8%); Sul (35,1%); Sudeste (33,3%); e Centro-Oeste (32,9%),
Logo a seguir aparece a caminhada como modalidade mais citada, atingindo 9,5 milhões dentre as 24,6 milhões de pessoas praticantes de alguma atividade no Brasil. O menor percentual foi anotado na Região Norte (21,2%), e o maior, na Região Centro-Oeste (29,2%).
Qualidade de vida
Segundo o levantamento, 11,2 milhões de pessoas (28,9%) apontaram como principal motivo para a prática de algum esporte a necessidade de relaxar ou se divertir, sendo tal justificativa mais comum entre os homens (37,8%) do que entre as mulheres (13,5%).
O segundo principal motivo, apontado por 10,4 milhões de pessoas (ou 26,8%), foi melhorar a qualidade de vida ou o bem-estar, sendo invertida, neste caso, a distribuição entre os sexos: 20% entre os homens e 38,4% entre as mulheres.
Já a frequência da prática de esporte foi maior entre as mulheres com 32,7% em quatro vezes ou mais por semana, superando a participação dos homens (22,6%).
Com relação ao tempo, 43,4% das pessoas de 15 anos ou mais de idade dedicavam mais de uma hora do seu tempo livre a tal atividade; 40,4% faziam os exercícios no período de mais de 40 minutos a uma hora, e somente 2% faziam esporte por até 20 minutos.
Outra constatação: no Brasil, 5,7 milhões de pessoas participaram de alguma competição esportiva, o equivalente a 14,6% da população praticante de algum tipo de esporte. As mulheres registraram uma participação bem menos expressiva que os homens, tanto em termos absolutos (945 mil contra 4,7 milhões) quanto relativos (6,6% contra 19,2%).
Investimento público
A Pesquisa Suplementar Prática de Esporte e Atividade Física-Pnad 2015 constatou ainda que, para 118,6 milhões de brasileiros, o poder público deveria investir mais em atividades físicas ou esportivas, mas, por outro lado, 14,7% das pessoas envolvidas no estudo opinaram que o governo não deveria investir em tais atividades, enquanto 12% informaram não ter opinião.
Dentre os 118,6 milhões de pessoas que opinaram a favor do investimento público em atividades físicas ou esportivas, 108 milhões (91,1%) gostariam que o poder público priorizasse essas atividades para as pessoas em geral. Somente 9,5 milhões (8%) opinaram que tais atividades deveriam ser priorizadas para a formação de atletas.
Entre as 23,8 milhões de pessoas que disseram que não gostariam que o poder público investisse mais em atividades físicas ou esportivas, 57,8% defenderam que esses investimentos fossem direcionados para a área de saúde, 21,3% para a segurança pública e 16,5% para a educação.
Por Nielmar de Oliveira, da Agência Brasil


___________________




Para saber mais sobre o livro, clique aqui.


___________________________

Para saber mais sobre o livro, clique aqui.

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Estaria chegando a hora do judiciário?


Fachin tem dados da Lava Jato sobre o Judiciário
O ministro do Supremo Tribunal Federal Edson Fachin tem, sob sua guarda, termos de delação premiada da Odebrecht que envolvem integrantes de diversas esferas do Judiciário, de acordo com a coluna Painel, da Folha de S. Paulo.
Os documentos, ainda sigilosos, contêm informações prestadas por delatores da empreiteira sobre nomes da Justiça e de alguns de seus parentes, e estão entre os 25 pedidos de inquérito formulados pela Procuradoria-Geral da República que ainda não foram divulgados pelo relator da Lava Jato no STF.
Ainda segundo a coluna, os documentos já estariam causando desconforto no STJ e no TCU, por exemplo.
Para manter a segurança do ministro, a relatoria da Operação Lava Jato fez com que Fachin mudasse não só seus hábitos pessoais, como também o esquema de compartilhamento de informações dentro de seu gabinete.
Ministro guarda informações sobre delações contra membros do Judiciário
A segurança da corte também ampliou o esquema de proteção a Fachin em áreas públicas, como aeroportos. O magistrado agora só embarca em aeronaves direto na pista de decolagem, sem circular pelos saguões.
Seu apartamento em Brasília e sua residência em Curitiba também tiveram os serviços de proteção revisados e ampliados.

O Estado do Maranhão

sexta-feira, 12 de maio de 2017

O teatro na base da civilização ocidental





A cultura greco-romana constitui a base da civilização ocidental.

É impossível ao homem contemporâneo projetar seus passos em direção ao futuro sem antes mergulhar neste extraordinário passado, nos valores e paradigmas que – estruturados na antiguidade clássica – moldam sua forma de ser, agir e pensar.

Conhecer, portando, como os gregos e romanos estabeleciam suas relações políticas e socioculturais, nada mais é que desbravar o oceano fecundo e profundo onde repousam nossas origens e universo interior.

Mais estimulante é estabelecer essa abordagem adotando o teatro como linha mestra, como fio condutor dessa jornada histórica, dessa aventura épica.

Antecedendo as peças teatrais, conceitos e relevantes informações auxiliam o leitor na empreitada. Atuam como um mapa do caminho, uma singela bússola, providencialmente disponibilizados para assegurar a tranquilidade da viagem.   

A Coleção Teatro greco-romano conta com quatro volumes. São quatro livros, quatro peças teatrais que abordam treze das mais importantes lendas da mitologia antiga:

Livro 1: O mito de Sísifo;
Livro 2: O mito de Midas;
Livro 3: A Caixa de Pandora; e
Livro 4: O mito de Édipo.

O conjunto permite compreender o universo peculiar da cultura greco-romana. Seus mitos, o imaginário coletivo, as relações políticas e de poder, as tramas e as tragédias antigas... É o universo clássico repercutindo diuturnamente a máxima de que os tempos são outros, os séculos e milênios prosperam, mas os valores individuais e coletivos, com ligeiras variações, permanecem, quase sempre, inalterados. 

As 13 mais belas lendas da mitologia clássica
As 13 lendas da mitologia greco-romana abordadas nas quatro peças teatrais:
1.  Saturno;
2.  Júpiter;
3.  Vulcano;
4.  Baco;
5.  Sileno;
6.  Minerva;
7.  Apolo;    
8.  Sísifo;
9.  Midas;
10. Prometeu;
11. Pandora;
12. Édipo e Jocasta;

13. Eteócles, Polinice e Antígona

Os quatro volumes da coleção estão disponíveis para vendas aqui.



________________________________________________






Para saber mais sobre o livro de teatro de bonecos clique aqui.



Para saber mais sobre o livro "Teatro Total"clique aqui.



Para saber mais sobre o livro "A arte da dramaturgia"clique aqui.


Para saber mais sobre o livro "Respiração, voz e dicção"clique aqui.