quinta-feira, 6 de julho de 2017

A arte de falar com sabedoria e prazer



A voz humana apresenta uma variedade de característica e entonações de impressionar.

O som produzido pelo ser humano pode se desdobrar de ruídos e tinidos a timbres que remetem às mais belas e inusitadas melodias. No interim, o choro e o grito, o riso e a gargalhada, o murmúrio e o brado, o burburinho e o bramido, a simples fala e o complexo cântico.

Com a voz podemos cuidar da comunicação oral, interagindo e compartilhando informações físicas e culturais; mas podemos também lidar com a magia do canto e suas implicações acústicas. Com a voz instrumentalizamos as pessoas para que exerçam suas atividades profissionais. 

É neste contexto que este livro se insere. Destina-se a atores, cantores, professores e trabalhadores que atuam nos meios de comunicação oral e na área de telemarketing, é certo. Mas, também, orienta-se para as pessoas comuns porque a emissão vocal integra uma das facetas de nossa identidade. 

Vamos, neste livro, empreender uma jornada de modo que possamos compreender a engenhosa linha de produção da voz. Como se origina? Do que depende? Do que se constitui? O que a enfraquece e o que a fortalece? É possível ‘educá-la’ ou este importante insumo humano já nasce ‘pronto e acabado’? Quais as vinculações existentes entre a respiração e a emissão vocal? São questões sobre as quais nos debruçaremos.

Daí a parte inicial onde é apresentado o referencial teórico, o substrato de onde emergirá um conjunto de exercícios capazes de tornar os leitores senhores absolutos de suas vozes. Não uma voz qualquer e sim uma voz qualificada. Para isso, o livro disponibiliza mais de 200 exercícios. Praticados cotidianamente, com natural habitualidade, permitirão elevar a performance da voz, alcançando o máximo desempenho. 
Para adquirir o seu livro, clique aqui.

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Professores da rede pública ganham, em média, R$ 3,3 mil


Os professores da educação básica da rede pública (federal, estadual e municipal) ganhavam, em média, um salário de R$ 3,3 mil em 2014. O menor salário é dos professores da rede municipal, que ganhavam R$ 3,11 mil para uma jornada de 40 horas semanais.
Os dados são de um estudo inédito do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). Segundo o levantamento, a maior remuneração média é dos professores da rede federal de ensino que atuam, prioritariamente, no ensino médio, com R$ 7,76 mil. Os professores da rede estadual ganham em média R$ 3,47 mil. Na rede privada, a média de salários é de R$ 2,59 mil.
O levantamento apontou a existência de 2 milhões de professores em todo o país. Os dados de remuneração de docentes foram obtidos pela combinação de dados do Censo Escolar e da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), do Ministério do Trabalho e Previdência Social. A metodologia considerou a média das remunerações mensais informadas na Rais compostas por salários, adicionais, bonificações e gratificações, sem incluir o 13º salário.
Segundo o Inep, o estudo servirá de base para um debate nacional com as redes de ensino sobre a remuneração média dos professores em exercício na educação básica. As informações poderão contribuir, por exemplo, para a formulação do Custo Aluno-Qualidade Inicial (Caqi) e para discussões sobre a carreira dos professores.
Por Sabrina Craide, da Agência Brasil


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O livro com a peça teatral Irena Sendler, minha Irena:


A história registra as ações de um grande herói, o espião e membro do Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães, Oskar Schindler, que salvou cerca de 1.200 judeus durante o genocídio perpetrado pelos nazistas. O industrial alemão empregava os judeus em suas fábricas de esmaltes e munições, localizadas na Polónia e na, então, Tchecoslováquia.   

Irena Sendler, utilizando-se, tão somente, de sua posição profissional – assistente social do Departamento de Bem-estar Social de Varsóvia – e se valendo de muita coragem, criatividade e altruísmo, conseguiu salvar mais de 2.500 crianças judias.

"O Anjo do Gueto de Varsóvia", como ficou conhecida Irena Sendlerowa, conseguiu salvar milhares de vidas ao convencer famílias cristãs polonesas a esconder, abrigando em seus lares, os pequeninos cujo pecado capital – sob a ótica do führer – consistia em serem filhos de pais judeus.

Período: 2ª Guerra Mundial, Polônia ocupada pela Alemanha nazista. A ideologia de extrema-direita que sistematizou o racismo científico e levou o antissemitismo ao extremo com a Solução Final, implementava a eliminação dos judeus do continente europeu.

A guerra desencadeada pelos nazistas – a maior deflagração do planeta – mobilizou 100 milhões de militares, provocando a maior carnificina já experimentada pela humanidade, entre 50 e 70 milhões de mortes, incluindo a barbárie absoluta, o Holocausto, o genocídio, o assassinato em massa de 6 milhões de judeus.

Este é o contexto que inspirou o autor a escrever a peça teatral “Irena Sendler, minha Irena”.

Para dar sustentação à trama dramática, Antônio Carlos mergulhou fundo na pesquisa histórica, promovendo a vasta investigação que conferiu à peça um realismo que inquieta, suscitando reflexões sobre as razões que levam o homem a entranhar tão exageradamente no infesto, no sinistro, no maléfico. Por outro lado, como se desanuviando o anverso da mesma moeda, destaca personagens da vida real como Irena Sendler, seres que, mesmo diante das adversidades, da brutalidade mais atroz, invariavelmente optam pelo altruísmo, pela caridade, pela luz.

É quando o autor interage a realidade à ficção que desponta o rico e insólito universo com personagens intensos – de complexa construção psicológica - maquinações ardilosas, intrigas e conspirações maquiavélicas, complôs e subterfúgios delineados para brindar o leitor – não com a catarse, o êxtase, o enlevo – e sim com a reflexão crítica e a oxigenação do pensamento.
Dividida em oito atos, a peça traz à tona o processo de desumanização construído pelas diferentes correntes políticas. Sob o regime nazista, Irena Sandler foi presa e torturada – só não executada porque conseguiu fugir. O término da guerra, em 1945, que deveria levar à liberdade, lancinou o “Anjo do Gueto” com novas violências, novas intolerâncias, novas repressões. Um novo autoritarismo dominava a Polônia e o leste Europeu. Tão obscuro e cruel quanto o de Hitler, Heydrich, Goebbels, Hess e Menguele, surgia o sistema que prometia a sociedade igualitária, sem classes sociais, assentada na propriedade comum dos meios de produção. Como a fascista, a ditadura comunista, também, planejava erigir o novo homem, o novo mundo. Além de continuar perseguindo Irena, apagou-a dos livros e da historiografia oficial, situação que só cessaria com o debacle do império vermelho e a ascensão da democracia, na Polônia, em 1989.


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terça-feira, 4 de julho de 2017

Historiador baiano João José Reis vence Prêmio Machado de Assis da ABL


O historiador baiano João José Reis é o vencedor de 2017 do Prêmio Machado de Assis, concedido pela Academia Brasileira de Letras (ABL) a escritores pelo conjunto da obra. O anúncio foi feito pelo presidente da Academia, Domício Proença Filho. A entrega do prêmio será em solenidade no salão nobre do Petit Trianon, a sede da academia, no dia 20 de julho, data em que a instituição estará comemorando seus 120 anos de fundação.
Referência mundial para o estudo da história e da escravidão no século 19 no Brasil, João José Reis, de 65 anos, tem diversos livros publicados, dentre eles A morte é uma festa, que lhe rendeu o Prêmio Jabuti de Literatura. Graduado em História pela Universidade Católica de Salvador, Reis tem mestrado e doutorado pela Universidade de Minnesota (EUA) e diversos pós-doutorados, que incluem as universidades de Londres, na Inglaterra, e de Stanford, na Califórnia (EUA).
João José Reis também foi professor visitante de outras prestigiadas universidades norte-americanas, entre elas Princeton e Harvard. Atualmente, é professor titular do Departamento de História da Universidade Federal da Bahia (UFBA).

Considerado o mais importante prêmio literário do país, o Machado de Assis é concedido anualmente pela ABL desde 1941. No ano passado, o vencedor foi o romancista e contista Ignácio de Loyola Brandão.
Por Paulo Virgilio, da Agência Brasil


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Coleção Educação, Teatro e História - para saber mais, clique aqui.
Para saber mais sobre o livro "Todo dia é dia de consciência negra, clique aqui"

segunda-feira, 3 de julho de 2017

Sony volta a fabricar discos de vinil após quase 30 anos


A Sony anunciou nesta quinta-feira que voltará a fabricar discos de vinil, depois que decidiu cancelar sua produção em 1989, devido ao aumento da demanda global por este formato de música analógico.
A Sony Music Entertainment, braço musical do conglomerado japonês, decidiu retomar a produção de vinis durante o exercício em curso em suas duas fábricas situadas no Japão, conforme confirmou à Agência Efe uma porta-voz da empresa, que não quis revelar o volume de produção previsto.
A empresa japonesa interrompeu a fabricação para uso doméstico destes discos em 1989, devido à crescente fatia do mercado musical monopolizada pelos CDs, o formato físico digital que a própria Sony ajudou a desenvolver e começou a distribuir em 1982.
Agora, a Sony pretende se readaptar ao renascimento que vive o vinil, graças às vendas de álbuns de segunda mão e ao número crescente de novos lançamentos no antigo suporte analógico.
Além disso, a Sony Music instalou um novo estúdio de gravação no centro de Tóquio concebido especialmente para produzir os 'masters' dos quais serão geradas as cópias em vinil e aproveitar melhor a qualidade deste formato, segundo a porta-voz.
As vendas de vinis no Japão chegaram a cerca de 800 mil unidades em 2016, oito vezes mais que em 2010, segundo dados da indústria musical do país.
Esta tendência também está sendo observada em outros lugares, como o Reino Unido - onde as vendas de vinis no ano passado chegaram a superar às de música em formato digital - e os Estados Unidos, onde 17,2 milhões de discos foram vendidos em 2016.
EFETóquio


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O livro com a peça teatral Irena Sendler, minha Irena:


A história registra as ações de um grande herói, o espião e membro do Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães, Oskar Schindler, que salvou cerca de 1.200 judeus durante o genocídio perpetrado pelos nazistas. O industrial alemão empregava os judeus em suas fábricas de esmaltes e munições, localizadas na Polónia e na, então, Tchecoslováquia.   

Irena Sendler, utilizando-se, tão somente, de sua posição profissional – assistente social do Departamento de Bem-estar Social de Varsóvia – e se valendo de muita coragem, criatividade e altruísmo, conseguiu salvar mais de 2.500 crianças judias.

"O Anjo do Gueto de Varsóvia", como ficou conhecida Irena Sendlerowa, conseguiu salvar milhares de vidas ao convencer famílias cristãs polonesas a esconder, abrigando em seus lares, os pequeninos cujo pecado capital – sob a ótica do führer – consistia em serem filhos de pais judeus.

Período: 2ª Guerra Mundial, Polônia ocupada pela Alemanha nazista. A ideologia de extrema-direita que sistematizou o racismo científico e levou o antissemitismo ao extremo com a Solução Final, implementava a eliminação dos judeus do continente europeu.

A guerra desencadeada pelos nazistas – a maior deflagração do planeta – mobilizou 100 milhões de militares, provocando a maior carnificina já experimentada pela humanidade, entre 50 e 70 milhões de mortes, incluindo a barbárie absoluta, o Holocausto, o genocídio, o assassinato em massa de 6 milhões de judeus.

Este é o contexto que inspirou o autor a escrever a peça teatral “Irena Sendler, minha Irena”.

Para dar sustentação à trama dramática, Antônio Carlos mergulhou fundo na pesquisa histórica, promovendo a vasta investigação que conferiu à peça um realismo que inquieta, suscitando reflexões sobre as razões que levam o homem a entranhar tão exageradamente no infesto, no sinistro, no maléfico. Por outro lado, como se desanuviando o anverso da mesma moeda, destaca personagens da vida real como Irena Sendler, seres que, mesmo diante das adversidades, da brutalidade mais atroz, invariavelmente optam pelo altruísmo, pela caridade, pela luz.

É quando o autor interage a realidade à ficção que desponta o rico e insólito universo com personagens intensos – de complexa construção psicológica - maquinações ardilosas, intrigas e conspirações maquiavélicas, complôs e subterfúgios delineados para brindar o leitor – não com a catarse, o êxtase, o enlevo – e sim com a reflexão crítica e a oxigenação do pensamento.
Dividida em oito atos, a peça traz à tona o processo de desumanização construído pelas diferentes correntes políticas. Sob o regime nazista, Irena Sandler foi presa e torturada – só não executada porque conseguiu fugir. O término da guerra, em 1945, que deveria levar à liberdade, lancinou o “Anjo do Gueto” com novas violências, novas intolerâncias, novas repressões. Um novo autoritarismo dominava a Polônia e o leste Europeu. Tão obscuro e cruel quanto o de Hitler, Heydrich, Goebbels, Hess e Menguele, surgia o sistema que prometia a sociedade igualitária, sem classes sociais, assentada na propriedade comum dos meios de produção. Como a fascista, a ditadura comunista, também, planejava erigir o novo homem, o novo mundo. Além de continuar perseguindo Irena, apagou-a dos livros e da historiografia oficial, situação que só cessaria com o debacle do império vermelho e a ascensão da democracia, na Polônia, em 1989.


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domingo, 2 de julho de 2017

Câmara aprova projeto de Tiririca que inclui atividades circenses na Lei Rouanet


A Comissão de Constituição e de Justiça (CCJ) da Câmara aprovou, em caráter conclusivo, projeto que altera a Lei Rouanet de incentivo à cultura para reconhecer a atividade circense como manifestação cultural nacional . O projeto é de autoria do deputado Tiririca (PR-SP). Com isso, o texto seguirá para a apreciação do Senado e, se for aprovado, vai à sanção presidencial.
O projeto inclui explicitamente as artes e as atividades circenses como modalidades artísticas que podem ser beneficiadas pelos mecanismos de incentivo fiscal estabelecidos na Lei Rounet. Na justificativa do projeto, o deputado Tiririca afirma que são enormes as dificuldades de sobrevivência encontradas pelos circos no Brasil, especialmente os pequenos e familiares, dentre elas o alto custo para manutenção dos circos.
“O circo brasileiro, graças à sua essência popular e a seu perfil itinerante, constitui a principal forma de diversão e de acesso à cultura de grande parte da nossa população, especialmente daqueles que, por razões socioeconômicas ou geográficas, não têm muitas oportunidades de lazer”, diz Tiririca.
Ainda na justificativa do texto, Tiririca afirma que, muitas vezes, os pedidos de patrocínio para a atividade circense são rejeitados pelas empresas por preconceito ou desconhecimento do valor artístico e cultural da atividade. “Outras vezes, a inadequação das exigências burocráticas à realidade dos circos brasileiros é o que afasta os artistas circenses do acesso aos recursos públicos”.
Por Iolando Lourenço, da Agência Brasil


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Coleção Quasar K+: 

Livro 1: Quasar K+ Planejamento Estratégico;
Livro 2: Shakespeare: Medida por medida. Ensaios sobre corrupção, administração pública e administração da justiça;
Livro 3: Nikolai Gogol: O inspetor geral. Accountability pública; Fiscalização e controle;
Livro 4: Liebe und Hass: nicht vergessen Aylan Kurdi. A visão de futuro, a missão, as políticas e as estratégias; os objetivos e as metas.


O que é a metodologia Quasar K+ de planejamento estratégico?

QUASAR K+ é uma metodologia que procura radicalizar os processos de participação cidadã através de três componentes básicos:
a.Planejamento;
b.Educação e Teatro;
c.Participação intensiva.

Para quem se destina a ferramenta?

A metodologia QUASAR K+ foi desenvolvida para se constituir em uma base referencial tanto para as pessoas, os indivíduos, como para as organizações. Portanto, sua utilização pode ensejar a modernização desde o simples comércio de esquina ao grande conglomerado corporativo. Mas, também, os projetos de crescimento e desenvolvimento individuais, a melhoria das relações familiares...

Fazendo uso da metodologia QUASAR K+ poderemos descortinar novos horizontes nos habilitando a fazer mais e melhor com menor dispêndio de recursos.

Qual a razão desta metodologia?

Nas democracias modernas as sociedades se mostram tanto mais evoluídas e sustentáveis quanto mais aprimoram a qualidade da participação na vida organizacional, política e social.

Para que a participação se revista de qualidade se faz necessário dominar um conjunto de técnicas e instrumentais capazes de impregnar o processo de maior eficácia.

É deste contexto que emerge a metodologia QUASAR K+: disponibilizar técnicas específicas ancoradas em valores e princípios da educação e do teatro, incorporando - como eixo estruturante - as ferramentas do planejamento.

Portanto, é uma metodologia que busca assegurar qualidade à consecução dos objetivos, estratégias e metas traçados.

Por conseguinte, a aplicação da tecnologia possibilitará que nossa inserção e participação nos ambientes de estudo, trabalho, entretenimento e moradia, se verifique de maneira progressivamente mais satisfatória. Ao mesmo tempo em que nos empodera:

- eleva a autoestima – na medida em que tomamos consciência da evolução de nossa capacidade produtiva, da habilidade adquirida para interagir e contribuir com a família, o grupo social, a organização, a sociedade;

- incorpora ganhos sociais para a família, a escola, a instituição em que trabalhamos e a comunidade onde moramos, considerando que os produtos e resultados de nossa intervenção direta passam a ostentar qualidade diferenciada, mais fina, apurada e consentânea com as aspirações por um mundo melhor e mais justo.

De maneira estruturada, o livro enfoca:

- Planejamento e Administração
- O setor público
- Empreendedorismo & iniciativa privada
- Participação intensiva & terceiro setor
- Cidadania
- Qualidade Total
- Educação & Teatro

Para saber mais sobre o livro, clique na capa.


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sábado, 1 de julho de 2017

Daniel Diges enfrenta no Brasil o "desafio da sua vida" com "Les Misérables"

Fotografia do ator espanhol Daniel Diges, que interpreta Jean Valjean em portguês. EFE/Fernando Bizerra Jr. 
O cantor e ator espanhol Daniel Diges enfrenta no Brasil o "maior desafio de sua vida" com o musical "Les Misérables", uma obra na qual volta a interpretar o "arriscado" papel de Jean Valjean, ainda que agora o desafio seja cantar em português.
"Trata-se de um personagem muito arriscado, em outro idioma. É preciso ser forte para fazer tudo isto", contou Diges (Alcalá de Henares, 1981), em uma entrevista à Agência Efe em São Paulo.
O espanhol já havia interpretado o papel do herói criado pelo escritor romântico Victor Hugo nos palcos espanhóis, mas desde março deste ano atua para o público brasileiro no Teatro Renault.
O Valjean brasileiro é mais "bruto, mais animal, mais tigre" que o espanhol e, além disso, canta em português, um idioma que Diges teve que aprender em poucos meses para poder interpretar o protagonista do clássico francês no Brasil.
O desafio não "foi fácil", disse, mas está satisfeito e "contente" com as críticas recebidas por parte de alguns jornais brasileiros. "O fato de falarem bem de mim me deu segurança".
"A cada dia sou mais Valjean", disse Diges, que compartilha a espiritualidade com seu personagem.
Na obra, Valjean fala constantemente com Deus e questiona sua existência. O ator, por sua vez, acredita que a oportunidade de atuar no Brasil foi uma "mensagem" divina que chegou em um momento de "maturidade" profissional e pessoal.
"Cresci muito, fiz musicais, estudei muito teatro, trabalhei muito; os meus discos; cresci como artista, como pessoa, como ator. Sou mais maduro", afirma o artista, que ficou conhecido ao interpretar David, "Gato", na série juvenil "Nada es para siempre".
Anos mais tarde, em 2010, representou a Espanha no Festival de Eurovision, um desafio que lhe deu um impulso à carreira musical e lhe permitiu "ser uma pessoa conhecida" em todo o país.
Diges se define como um "ator que sabe cantar", o que, a seu julgamento, lhe permitiu ter sucesso no mundo dos musicais, onde já participou de "A Bela e a fera" e "Mamma Mia", entre outros.
Ao Brasil chegou após uma indicação do produtor inglês Cameron Mackintosh, que buscava alguém que soubesse canto e tivesse as características internacionais do personagem.
"Queriam alguém que tivesse feito o personagem. Ele gostou de como o fiz na Espanha. Me mandaram duas canções para prepará-las em duas semanas. Peguei uma professora de português e em quatro dias as preparei", afirma.
Diges disse que segue estudando dia a dia e como aluno aplicado, mostra as anotações realizadas nos roteiros, que se transformaram em um constante desafio.
O ator teve que deixar de lado o repertório em espanhol e entrar de cabeça no português, o que em alguma ocasião o levou a cometer alguns deslizes. As folhas estão repletas de rabiscos que marcam a pronúncia e o tom que deve usar no Brasil.
O trabalho muscular do rosto, além disso, foi "muito forte" para que o público possa entender Valjean, "um dos personagens mais complicados dentro do mundo dos musicais".
"Acredito que este papel seja uma mensagem. Quando as pessoas assistem à peça 'Les Misérables', entram sendo uma e saem sendo outra", explica.
Diges não pensou ainda qual será seu próximo passo após "Les Misérables". "Vou relaxar. Se tiver que ficar pela América, ficarei. Agora mesmo não é o momento de escolher".
EFE - Fabio Manzano e Alba Santandreu


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Coleção Quasar K+: 

Livro 1: Quasar K+ Planejamento Estratégico;
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O que é a metodologia Quasar K+ de planejamento estratégico?

QUASAR K+ é uma metodologia que procura radicalizar os processos de participação cidadã através de três componentes básicos:
a.Planejamento;
b.Educação e Teatro;
c.Participação intensiva.

Para quem se destina a ferramenta?

A metodologia QUASAR K+ foi desenvolvida para se constituir em uma base referencial tanto para as pessoas, os indivíduos, como para as organizações. Portanto, sua utilização pode ensejar a modernização desde o simples comércio de esquina ao grande conglomerado corporativo. Mas, também, os projetos de crescimento e desenvolvimento individuais, a melhoria das relações familiares...

Fazendo uso da metodologia QUASAR K+ poderemos descortinar novos horizontes nos habilitando a fazer mais e melhor com menor dispêndio de recursos.

Qual a razão desta metodologia?

Nas democracias modernas as sociedades se mostram tanto mais evoluídas e sustentáveis quanto mais aprimoram a qualidade da participação na vida organizacional, política e social.

Para que a participação se revista de qualidade se faz necessário dominar um conjunto de técnicas e instrumentais capazes de impregnar o processo de maior eficácia.

É deste contexto que emerge a metodologia QUASAR K+: disponibilizar técnicas específicas ancoradas em valores e princípios da educação e do teatro, incorporando - como eixo estruturante - as ferramentas do planejamento.

Portanto, é uma metodologia que busca assegurar qualidade à consecução dos objetivos, estratégias e metas traçados.

Por conseguinte, a aplicação da tecnologia possibilitará que nossa inserção e participação nos ambientes de estudo, trabalho, entretenimento e moradia, se verifique de maneira progressivamente mais satisfatória. Ao mesmo tempo em que nos empodera:

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De maneira estruturada, o livro enfoca:

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- Empreendedorismo & iniciativa privada
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sexta-feira, 30 de junho de 2017

Observatório Ibero-americano de Museus libera dados de 7 mil instituições

EFE/Santi Otero

O Registro de Museus Ibero-americanos (RMI), uma nova plataforma digital promovida pelo Observatório Ibero-americano de Museus, começou a disponibilizar para os usuários informações de mais de 7 mil instituições da região que participam deste projeto.
A plataforma, apresentada no Museu da América, em Madri, facilitará a difusão da riqueza e da diversidade destas instituições, com o objetivo de fortalecer o setor. Agora, os usuários poderão consultar no site www.rmiberoamericanos.org dados sobre instituições como a Biblioteca Nacional da Espanha, em Madri; o Museu Nacional de Antropologia, na Cidade do México; o Museu Histórico Nacional, no Rio de Janeiro; e o Museu Nacional de Belas Artes, em Santigo.
De acordo com a presidente do Programa Ibermuseus, Magdalena Zavala, o RMI é "o maior espaço de cooperação ibero-americana" em que acontece diálogo e troca de informação entre instituições públicas e privadas nos diferentes âmbitos de atuação dos museus. O programa, que surgiu durante o I Encontro Ibero-americano de Museus, que aconteceu Salvador (Bahia), em 2007, tem por objetivo a integração, modernização e desenvolvimento de mais de 10 mil centros.
"O RMI possui um olhar integrador, regional e solidário, para proteger e administrar o patrimônio da região", explicou Magdalena.
A secretária-adjunta da Segib, Mariangela Rebua, por sua vez, afirmou que o objetivo da comunidade ibero-americana é o "fortalecimento, a preservação e a proteção da cultura da região", e o projeto representa a valorização do patrimônio cultural.
Já o secretário de Estado de Cultura da Espanha, Fernando Benzo, destacou os vínculos históricos que a região compartilha, entre eles a identidade.
"É importante manter um diálogo permanente que aproxime os nossos países", defendeu.
De acordo com Benzo, a plataforma conseguirá levar o conhecimento dos museus para além das fronteiras e a difusão da cultura através das novas tecnologias é algo positivo.
Para o subdiretor geral de Museus Estatais, Miguel González Suela, a plataforma digital é uma "grande base de dados" sobre as instituições e com informação sintetizada pelos 22 países participantes, "sob a mesma ótica". Além de informação relacionada com a descrição de cada um dos museus, a plataforma oferece dados sobre a história, o modo de acesso, os serviços e imagens atualizadas.

EFE

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Livro 4: Liebe und Hass: nicht vergessen Aylan Kurdi. A visão de futuro, a missão, as políticas e as estratégias; os objetivos e as metas.


O que é a metodologia Quasar K+ de planejamento estratégico?

QUASAR K+ é uma metodologia que procura radicalizar os processos de participação cidadã através de três componentes básicos:
a.Planejamento;
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A metodologia QUASAR K+ foi desenvolvida para se constituir em uma base referencial tanto para as pessoas, os indivíduos, como para as organizações. Portanto, sua utilização pode ensejar a modernização desde o simples comércio de esquina ao grande conglomerado corporativo. Mas, também, os projetos de crescimento e desenvolvimento individuais, a melhoria das relações familiares...

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De maneira estruturada, o livro enfoca:

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