segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Reaberta no Sinai uma das bibliotecas mais antigas do mundo

Mosteiro de Santa Catarina foi fundado no século 6°
Mosteiro de Santa Catarina é um dos destinos turísticos mais importantes do Egito. Reaberta depois de três anos de restauração, sua biblioteca contém manuscritos que estão entre os mais antigos do cristianismo.
O ministro de Antiguidades do Egito, Khaled al Anani, reabriu no sábado (16/12) a biblioteca histórica do Mosteiro Ortodoxo de Santa Catarina, no sul da península do Sinai. Ela havia permanecido fechada durante três anos para trabalhos de reforma, informou a agência de notícias estatal Mena.
A reabertura aconteceu após o término das obras de restauração da cúpula bizantina do mosteiro, que cobre uma superfície de 46 metros quadrados. Ali se encontra uma das primeiras representações icônicas do cristianismo.
Fundado no século 6°, o Mosteiro Ortodoxo de Santa Catarina é um dos mais antigos do mundo, tendo sido declarado Patrimônio Mundial da Humanidade pela Unesco.
O diretor de Estudos e Pesquisas Arqueológicas no Sinai, Abdelrahman Rihan, ressaltou que a biblioteca, que detém cerca de 3 mil manuscritos, é considerada a segunda mais importante do mundo, depois do Vaticano.
"Mensagem de segurança e paz"
Alguns desses manuscritos estão entre os mais antigos do cristianismo, como partes de uma Bíblia do século 4°.
"A inauguração de hoje é uma mensagem de segurança e paz para todo o mundo", disse na ocasião o ministro das Antiguidades, Khaled al Anani.
O Mosteiro de Santa Catarina é um dos destinos turísticos mais importantes do Egito. O país está trabalhando para fortalecer a indústria do turismo, que sofreu com os levantes de 2011 e vários ataques terroristas.
Em abril, houve um ataque mortal perto do mosteiro, reivindicado pelo grupo terrorista "Estado Islâmico".
Deutsche Welle


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A arte de escrever bem


Escrever é uma necessidade vital, um fundamento sem o qual a comunicação perde em substância.
Os desafios do dia a dia exigem intensa troca de mensagens, seja nas redes sociais, seja nas corporativas: relacionamentos pessoais, correio eletrônico, elaboração de projetos e relatórios, participação em concursos e processos seletivos, negociações empresariais, tratados corporativos, convenções políticas, projetos literários... Tarefas que se tornam triviais, textos que se tornam mais adequados e elegantes quando as técnicas para a elaboração da redação criativa se encontram sob inteiro domínio. E não é só. Escrever está umbilicalmente vinculado à qualidade de vida, à saúde, ao bem-estar.
É o que comprova estudo realizado pela Universidade de Auckland, na Nova Zelândia. Os pesquisadores chegaram à conclusão que a prática da escrita atua na redução dos hormônios vinculados ao estresse, melhora o sistema imunológico, auxilia na recuperação do equilíbrio físico e emocional.  
Este livro disponibiliza uma exclusiva metodologia para a elaboração do texto criativo. Destina-se aos que tenham interesse em aprimorar a expressão através da escrita: trabalhadores e servidores públicos, gestores que atuam nos setores privado e estatal, empresários e empreendedores, lideranças políticas e sociais, professores e estudantes, sem perder de vista as pessoas comuns, o público em geral, porque qualificar as formas de interagir com o outro deve ser um objetivo estratégico acolhido por todos.     
A utilização da técnica ‘Moving Letters’ possibilita que a atividade ‘escrever bem’ se coloque ao alcance de qualquer um. O método, ancorado nos princípios do planejamento estratégico – de maneira gradual e progressiva – conduz o leitor pelos universos que podem levá-lo à carreira de escritor.  Caso a opção seja escrever um livro, por exemplo, a metodologia auxilia na definição dos temas, na estruturação das tramas, na caracterização das personagens, na coesão do enredo, na consistência dos conflitos, na lapidação do texto, desenvolvendo as habilidades necessárias para a elaboração da adequada escritura.
Fluência à escrita e qualidade à redação são as molas propulsoras que impulsionam o livro, são os objetivos possibilitados pela aplicação da metodologia. Como fundamento, um tripé harmoniosamente organizado: a linguística, a estruturação e análise do discurso e as técnicas de elaboração de textos criativos. 
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domingo, 17 de dezembro de 2017

Robôs políticos que são aliados da democracia


Rosie é uma robô. Mais especificamente, uma bot, uma aplicação de computador. Recebeu esse nome inspirado na faxineira dos Jetsons. Nasceu com intuito parecido: limpar. Em vez de tapetes, varre bancos de dados públicos para detectar sujeiras parlamentares. Logo nos primeiros meses, reportou 8.500 situações de uso suspeito da cota parlamentar, uma quantia de R$ 33 mil a R$ 44 mil de dinheiro público que cada deputado federal e senador recebe para exercer sua atividade política - além dos salários e da verba para o gabinete. São notas fiscais de alimentação, transporte, acomodação e outros gastos que eles entregam à Câmara dos Deputados e ao Senado para posterior reembolso. Ao vasculhar os dados, o programa encontrou documentos que registram cervejas em Las Vegas, 13 almoços em um único dia, 9 quilos consumidos em um restaurante selfservice, R$ 1.500 gastos em bode assado e almoços simultâneos em diferentes regiões: Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul, Rio Branco, no Acre, e Caxias do Sul de novo, tudo em um intervalo de 15 minutos.
A robô tem posição de destaque na Operação Serenata de Amor, um projeto de inteligência artificial concebido por cidadãos, dez especialistas em tecnologia, para fiscalizar a administração pública. A vocação da Serenata não é ser uma Lava Jato automatizada, como explica Pedro Vilanova, um dos idealizadores. 'É fazer milhões de denúncias de poucos reais, não uma denúncia de milhões de reais', disse em palestra no Wired Festival Brasil, realizado pelas Edições Globo Condé Nast e por O Globo no Rio de Janeiro em 1o e 2 de dezembro. A Câmara dos Deputados recebe 20 mil pedidos de reembolso por mês dos 513 parlamentares. Quem os confere são os próprios políticos. Em 2016, 3 milhões de notas fiscais geraram R$ 150 milhões em reembolsos. Diante da abundância de dados e da falta de transparência, a Operação Serenata decidiu transformar leis em código. Após levantadas as suspeitas certas, deputados devolveram dinheiro, mesmo que quantias ínfimas, como R$ 18 em cerveja consumida em Las Vegas.
Um dia, Vilanova recebeu uma ligação. Era uma chamada da Câmara. Ao chegar a uma sala com uma equipe de quatro servidores, diz ter ouvido: 'Pedro, a gente recebe 600 denúncias em um ano. Você mandou isso em uma semana'. Explicou: 'Nada contra sua equipe, mas temos um robô e ele é mais rápido'. Rosie começou a ficar popular (talvez não tanto dentro do Congresso). Passou a ter presença nas redes sociais e ganhou uma conta oficial no Twitter, onde publica cada irregularidade que encontra e menciona o perfil oficial do congressista envolvido. Também foi parar no horário nobre da TV. Depois disso, a equipe da Serenata recebeu 300 pedidos de análise de prefeituras. A exposição pública de Rosie aumentou a eficiência do trabalho. 'O deputado vê o tuíte, paga o que deve, tira uma foto e responde: Rose, pelo amor de Deus, eu já devolvi!', brinca Vilanova.
O Brasil está em 7º lugar num ranking internacional sobre disponibilidade de dados públicos - uma bela colocação. Também tem, segundo um estudo recente do Fórum Econômico Mundial, um dos piores índices de confiança em políticos do mundo. Criar um modelo matemático que identifique inconsistências no modo como parlamentares usam verba pública, portanto, é certeza de resultados positivos. A robô acerta em 89% das vezes.
 A família de agentes digitais a que Rosie pertence vem crescendo. Há vários tipos: chatbots (mensageiros que aprendem a dialogar com humanos a partir de inteligência artificial), social bots (que interagem a partir de perfis em redes sociais) e bots políticos, hoje estigmatizados de forma negativa. Foram associados à geração automática de conteúdo falso, impulsionada por ideologia ou tática eleitoral. Em 2014, 10% da discussão na internet sobre a disputa entre os candidatos Dilma Rousseff e Aécio Neves era gerada por robôs, segundo a Fundação Getulio Vargas. Donald Trump, cuja eleição deu destaque a termos como 'fake news' e 'pós-verdade', conversou algumas vezes com uma fã de nome Nicole. Há suspeita de que o interlocutor do presidente seja um robô, não uma eleitora. Mas nem todo bot político é um troll ou radical. Além de Rosie, há Alice, criada por Matheus de Rezende, de 35 anos, e usada pela Controladoria-Geral da União (CGU) e pelo Tribunal de Contas da União (TCU) para encontrar indícios de irregularidades em editais e atas de pregões. Todos os dias, Alice processa informações de centenas de documentos e envia mensagens aos auditores sobre contratos suspeitos. Entre seus maiores feitos, levou o TCU a intervir em um edital para a conservação de uma estrada em Goiás, com erros. Salvou R$ 40 milhões com a correção.
'Ai meus algoritmos. Não consegui entender o que você disse' é a resposta de Beta, apelido de Betânia, robô feminista que está no Messenger do Facebook, diante de uma mensagem com coraçãozinho. É conhecida pelo ativismo bem-humorado. Nasceu neste ano (sob o signo de Touro, conta uma das criadoras, do coletivo feminista Nossas) e conversa com 45 mil usuários da rede social, sendo 80% mulheres. Engaja-se em pautas relacionadas a direitos humanos. Na semana passada, enviou mensagens a todas as mulheres amigas com o aviso de que seria votada a Proposta de Emenda Constitucional 181, que, entre outros casos, criminaliza o aborto mesmo em casos de estupro. Reuniu milhares de assinaturas de repúdio. Durante a campanha, cada deputado que analisava o texto recebeu 22 mil e-mails.
Além de monitoramento legislativo, Beta está sempre disponível no chat para tirar dúvidas sobre abuso sexual e questões de gênero. Foi concebida com algumas qualidades. 'É agregadora, descontraída e irônica', diz Laura Moliniari, de 24 anos, uma das criadoras. Apesar da construção minuciosa de personalidade, a ideia não é fingir que Beta é uma mulher. Rosie, Alice e Beta são criaturas digitais, aliadas dos interessados em tornar a política mais transparente e humana. Com ajuda robótica.

Por PAULA SOPRANA, COM DANIELA SIMÕES, na Época online

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A arte de escrever bem


Escrever é uma necessidade vital, um fundamento sem o qual a comunicação perde em substância.
Os desafios do dia a dia exigem intensa troca de mensagens, seja nas redes sociais, seja nas corporativas: relacionamentos pessoais, correio eletrônico, elaboração de projetos e relatórios, participação em concursos e processos seletivos, negociações empresariais, tratados corporativos, convenções políticas, projetos literários... Tarefas que se tornam triviais, textos que se tornam mais adequados e elegantes quando as técnicas para a elaboração da redação criativa se encontram sob inteiro domínio. E não é só. Escrever está umbilicalmente vinculado à qualidade de vida, à saúde, ao bem-estar.
É o que comprova estudo realizado pela Universidade de Auckland, na Nova Zelândia. Os pesquisadores chegaram à conclusão que a prática da escrita atua na redução dos hormônios vinculados ao estresse, melhora o sistema imunológico, auxilia na recuperação do equilíbrio físico e emocional.  
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sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Museu Nacional exibe coleção de minerais da Família Real portuguesa

Rio de Janeiro - A exposição Minerais da Coleção Werner exibe pedras preciosas trazidos para o Brasil pela Família Real portuguesa, em fuga após a invasão das tropas francesas de Napoleão Bonaparte, no Museu Nacional Fernando Frazão/Agência Brasil

Quando partiu de Lisboa em 1807, fugindo das tropas do exército francês de Napoleão Bonaparte, a Família Real Portuguesa trouxe para o Brasil, entre outros bens, uma preciosa coleção de minerais raros. Organizada e classificada no século 18 pelo renomado geólogo e mineralogista alemão Abraham Gottlob Werner (1749-1817), a coleção é composta por pedras originárias de várias partes do planeta, incluindo minas europeias atualmente esgotadas ou fechadas.
Cobiçada por Napoleão, que teria dado ordens para confiscá-la quando seus soldados invadissem Portugal, a Coleção Werner veio a se tornar no Brasil o primeiro conjunto científico a integrar o acervo do Museu Nacional. Parte dessa importante coleção pode ser vista pelo público em uma exposição temporária inaugurada na tarde de hoje (17) no museu, localizado na Quinta da Boa Vista, no bairro imperial de São Cristóvão, na zona norte do Rio, em homenagem ao bicentenário da morte de Werner, considerado o pai da mineralogia moderna.
São cerca de 60 peças, entre instrumentos e pedras, que representam a diversidade de minerais que compõem a coleção, assim como algumas referências da época, como a reprodução de trechos do catálogo, fichas históricas e uma breve história da coleção.
Uma das peças exibidas na mostra é uma pedra com cristais de apatita, considerada uma das mais bonitas da coleção e que, segundo a lenda, foi a que teria despertado o interesse do imperador francês. Segundo Fabiano Faulstich, pesquisador do Departamento de Geologia e Paleontologia do Museu Nacional e um dos curadores da mostra, a pedra “é uma amostra relativamente pequena, mas que conta com cristais muito bonitos e bem cristalizados de apatita, um fosfato, e que por ser tão bem cristalizado e transparente foi durante muito tempo descrita como se fosse água marinha que, como se sabe, é uma gema preciosa”.
História
A coleção foi adquirida pela Coroa Portuguesa no final do século 18 por intermédio de Antônio de Araújo Azevedo, primeiro Conde da Barca, junto à Escola de Minas de Freiberg, na Alemanha, da qual Abraham Werner era a figura mais destacada. O geólogo alemão foi o precursor do método de identificação dos minerais de forma sistemática, através das suas propriedades físicas, como: sistema cristalino, cor, traço, brilho, tipo de clivagem, fratura e dureza, e sua fama atraiu estudantes de toda a Europa e até das Américas.
Ao chegar a Portugal, em uma época turbulenta para o país, a coleção por pouco não foi perdida. Caixas com as amostras ficaram na alfândega do Porto de Lisboa durante meses sem que ninguém fosse retirá-las. “Certo dia abriram as caixas para ver o que era e quando viram que era um monte de pedras decidiram jogá-las no rio, mas Carlos Napion, um engenheiro militar italiano a serviço da Coroa Portuguesa, ficou sabendo da história, interveio e evitou que a coleção fosse perdida”, contou o curador Fabiano Faulstich.
Rio de Janeiro - Exemplar de calcedônia da Sibéria na exposição Minerais da Coleção Werner. Coleção foi trazida para o Brasil pela Família Real portuguesa, em fuga após a invasão das tropas de Napoleão Bonaparte, e está em exposição no Museu Nacional (Fernando Frazão/Agência Brasil)Fernando Frazão/Agência Brasil

Trazida para o Brasil durante a fuga da Família Real portuguesa, a bordo do navio Medusa, a Coleção Werner foi levada à Academia Real Militar, atual Instituto Militar de Engenharia, onde serviu para aulas práticas dos alunos desta instituição. Coube ao geólogo alemão Barão Von Eschwege transferi-la em 1819 para o então Museu Real, hoje Museu Nacional.
Primeiro museu do Brasil, a instituição hoje vinculada à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) é também a mais antiga do país nas áreas de História Natural e Antropologia. Sediado a partir de 1892 no Paço de São Cristóvão, o Museu Nacional comemora 200 anos de criação em 2018. O local foi residência oficial da Família Imperial até 1889.
A exposição Minerais da Coleção Werner pode ser visitada de terça-feira a domingo, das 10h às 17h, e às segundas-feiras, das 12h às 17h. Os ingressos custam R$ 6 a inteira e R$ 3 a meia. Em todos os dias, a entrada é gratuita a partir das 16h. Crianças até 5 anos de idade e pessoas com deficiência também têm gratuidade.
Agência Brasil


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Escrever é uma necessidade vital, um fundamento sem o qual a comunicação perde em substância.
Os desafios do dia a dia exigem intensa troca de mensagens, seja nas redes sociais, seja nas corporativas: relacionamentos pessoais, correio eletrônico, elaboração de projetos e relatórios, participação em concursos e processos seletivos, negociações empresariais, tratados corporativos, convenções políticas, projetos literários... Tarefas que se tornam triviais, textos que se tornam mais adequados e elegantes quando as técnicas para a elaboração da redação criativa se encontram sob inteiro domínio. E não é só. Escrever está umbilicalmente vinculado à qualidade de vida, à saúde, ao bem-estar.
É o que comprova estudo realizado pela Universidade de Auckland, na Nova Zelândia. Os pesquisadores chegaram à conclusão que a prática da escrita atua na redução dos hormônios vinculados ao estresse, melhora o sistema imunológico, auxilia na recuperação do equilíbrio físico e emocional.  
Este livro disponibiliza uma exclusiva metodologia para a elaboração do texto criativo. Destina-se aos que tenham interesse em aprimorar a expressão através da escrita: trabalhadores e servidores públicos, gestores que atuam nos setores privado e estatal, empresários e empreendedores, lideranças políticas e sociais, professores e estudantes, sem perder de vista as pessoas comuns, o público em geral, porque qualificar as formas de interagir com o outro deve ser um objetivo estratégico acolhido por todos.     
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quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Os judeus chacinados na Polônia e Irena Sendler


Mesmo quando dormia, irena não conseguia esquecer. Em sonhos, ela se via tirando uma criança, que chorava desesperadamente, dos braços da mãe que lhe perguntava: 'jura que meu filho se salvará?' Responsável por salvar 2.500 crianças do gueto de Varsóvia, irena jamais esqueceu aqueles terríveis momentos em que era obrigada a separar os filhos de seus pais.
Irena Sendler faleceu no dia 12 de maio último, aos 98 anos. Jamais se considerou uma heroína. Pelo contrário. Quando alguém mencionava sua coragem, respondia: "Continuo com a consciência pesada de ter feito tão pouco"...
O Instituto Yad Vashem reconheceu o valor dessa mulher extraordinária, em 1965, concedendo-lhe o título de "Justo entre as Nações", mas poucos conheciam sua história até menos de uma década atrás. Em 2000, o silêncio que se formara em volta de seu nome foi quebrado, quase por acaso, graças ao empenho das alunas de uma escola secundária de Uniontown, Kansas, nos Estados Unidos: Megan Stewart, Elizabeth Cambers, Jessica Shelton, de 14 anos, e Sabrina Coons, de 16. Mais, aqui.


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O livro com a peça teatral Irena Sendler, minha Irena:


A história registra as ações de um grande herói, o espião e membro do Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães, Oskar Schindler, que salvou cerca de 1.200 judeus durante o genocídio perpetrado pelos nazistas. O industrial alemão empregava os judeus em suas fábricas de esmaltes e munições, localizadas na Polónia e na, então, Tchecoslováquia.   

Irena Sendler, utilizando-se, tão somente, de sua posição profissional – assistente social do Departamento de Bem-estar Social de Varsóvia – e se valendo de muita coragem, criatividade e altruísmo, conseguiu salvar mais de 2.500 crianças judias.

"O Anjo do Gueto de Varsóvia", como ficou conhecida Irena Sendlerowa, conseguiu salvar milhares de vidas ao convencer famílias cristãs polonesas a esconder, abrigando em seus lares, os pequeninos cujo pecado capital – sob a ótica do führer – consistia em serem filhos de pais judeus.

Período: 2ª Guerra Mundial, Polônia ocupada pela Alemanha nazista. A ideologia de extrema-direita que sistematizou o racismo científico e levou o antissemitismo ao extremo com a Solução Final, implementava a eliminação dos judeus do continente europeu.

A guerra desencadeada pelos nazistas – a maior deflagração do planeta – mobilizou 100 milhões de militares, provocando a maior carnificina já experimentada pela humanidade, entre 50 e 70 milhões de mortes, incluindo a barbárie absoluta, o Holocausto, o genocídio, o assassinato em massa de 6 milhões de judeus.

Este é o contexto que inspirou o autor a escrever a peça teatral “Irena Sendler, minha Irena”.

Para dar sustentação à trama dramática, Antônio Carlos mergulhou fundo na pesquisa histórica, promovendo a vasta investigação que conferiu à peça um realismo que inquieta, suscitando reflexões sobre as razões que levam o homem a entranhar tão exageradamente no infesto, no sinistro, no maléfico. Por outro lado, como se desanuviando o anverso da mesma moeda, destaca personagens da vida real como Irena Sendler, seres que, mesmo diante das adversidades, da brutalidade mais atroz, invariavelmente optam pelo altruísmo, pela caridade, pela luz.

É quando o autor interage a realidade à ficção que desponta o rico e insólito universo com personagens intensos – de complexa construção psicológica - maquinações ardilosas, intrigas e conspirações maquiavélicas, complôs e subterfúgios delineados para brindar o leitor – não com a catarse, o êxtase, o enlevo – e sim com a reflexão crítica e a oxigenação do pensamento.
Dividida em oito atos, a peça traz à tona o processo de desumanização construído pelas diferentes correntes políticas. Sob o regime nazista, Irena Sandler foi presa e torturada – só não executada porque conseguiu fugir. O término da guerra, em 1945, que deveria levar à liberdade, lancinou o “Anjo do Gueto” com novas violências, novas intolerâncias, novas repressões. Um novo autoritarismo dominava a Polônia e o leste Europeu. Tão obscuro e cruel quanto o de Hitler, Heydrich, Goebbels, Hess e Menguele, surgia o sistema que prometia a sociedade igualitária, sem classes sociais, assentada na propriedade comum dos meios de produção. Como a fascista, a ditadura comunista, também, planejava erigir o novo homem, o novo mundo. Além de continuar perseguindo Irena, apagou-a dos livros e da historiografia oficial, situação que só cessaria com o debacle do império vermelho e a ascensão da democracia, na Polônia, em 1989.


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quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Oficina Percussão da Maré, de inclusão pela música, chega à África em 2018


A Oficina Percussão da Maré, que promove a inclusão cultural de crianças e jovens da comunidade da Maré, na zona norte do Rio, por meio da música no contraturno escolar, começará a ser ampliada para todo o país, no próximo ano, chegando também à África. A base do projeto foi um trabalho social iniciado pelo músico Abel Duerê, de Angola, com famílias de angolanos residentes na Vila do Pinheiro, naquela comunidade. Mais de 300 famílias chegaram a ser cadastradas, informou o músico.
Em 2018, Duerê pretende filmar as aulas “e pegar o Brasil todo". Estamos muito empolgados porque a meninada tem dado um prazer muito grande de ensinar. São muito atentos, dedicados, com um talento incrível. Há muitos músicos ali em potencial”. Atualmente, o projeto tem 40 bolsistas que têm compromisso com a percussão. Para isso, têm de ir à escola, ter bom comportamento, assiduidade nas aulas de percussão. Nas últimas aulas, o oficina chegou a ter a presença de 80 a 90 crianças.

O projeto Oficina Percussão da Maré, de Duerê e dos percussionistas Laudir de Oliveira, falecido este ano, e João Ayres, começou há dez anos, com 15 crianças inscritas. Depois que um dos meninos participou da gravação de um CD de Abel Duerê chamado Meu Samba e Teu Samba, ele disse que não teve coragem de parar e decidiu dar seguimento ao projeto. O projeto atende a crianças e jovens na faixa de 12 a 20 anos. A média por aula oscila entre 60 e 80 pessoas. Nesses dez anos, o projeto beneficiou em torno de 300 crianças.
Para 2018, Abel Duerê está formando um grupo chamado Os Candengues da Maré, que em angolano significa jovens, meninos. “É um grupo profissional para acompanhar artistas que venham fazer show no Rio”.
Expansão
Duerê está há três anos tentando implantar o projeto nas cidades de Rio Claro e Campinas, em São Paulo, mas encontra dificuldades de orçamento. “Mas, sem dúvida nenhuma, a gente tem condições de fazer isso em vários estados, tranquilamente”. Já que financeiramente ele não conseguiu viabilizar a ampliação do projeto até agora, a proposta é, a partir de janeiro, transmitir as aulas, todas as terças-feiras, pela internet, ao vivo, com reprises diárias em todo o Brasil e, inclusive, para Angola.
O baterista do Barão Vermelho, Guto Goffi, da escola de música Macaratu Brasil, se aliou ao projeto, onde está há cinco anos, desde que foi convidado para fazer a coordenação pedagógica. “Pensamos em criar um método de musicalização a partir da percussão, estudando divisão rítmica, leitura e a técnica de alguns instrumentos de percussão. No caso da Maré, são instrumentos utilizados na batucada das escolas de samba e trabalhamos com os ritmos populares brasileiros, geralmente ritmos de cortejo, como o samba, o maracatu, a marcha, Ijexá, funk e outras batidas”, disse Goffi.
Ele faz com que todas as crianças e adolescentes participem desde a primeira aula, porque considera que o sucesso da oficina é levar o aluno a gostar de aprender mais, a cada aula. “A formação não é profissional, embora percebamos que alguns desses alunos poderão seguir na carreira de músico. Isso depende muito de quanto tempo por dia o aluno bastante interessado vai se dedicar à música”.
Cidadania
O baterista do Barão Vermelho destacou que como proposta de cidadania, a atividade é muito importante nessa comunidade. “É disso que o Rio de Janeiro e o Brasil precisam para crescer como cidade e país. O Brasil, mais do que nunca, necessita de educação e cultura, para sair da vala em que está metido”.
Para o novo ano, o projeto vai acrescentar estudo de harmonia, com turmas de flauta doce e cavaquinho, além de percussão, visando a enriquecer as apresentações dos alunos. O novo formato deverá ser iniciado a partir de 9 de janeiro. As inscrições para a turma de 2018 começaram em novembro passado. Abel Duerê disse ainda que em 2018 serão escolhidos quatro melhores alunos que ganharão bolsa para aprender a tocar bateria.
A Oficina de Percussão tem patrocínio da concessionária Linha Amarela S/A (Lamsa), da prefeitura do Rio de Janeiro, da Secretaria Municipal de Cultura, e apoio do Instituto Invepar. Duerê mora no interior de São Paulo, mas vai de 15 em dias à Maré, fazendo a coordenação geral do projeto.
EBC


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Escrever é uma necessidade vital, um fundamento sem o qual a comunicação perde em substância.
Os desafios do dia a dia exigem intensa troca de mensagens, seja nas redes sociais, seja nas corporativas: relacionamentos pessoais, correio eletrônico, elaboração de projetos e relatórios, participação em concursos e processos seletivos, negociações empresariais, tratados corporativos, convenções políticas, projetos literários... Tarefas que se tornam triviais, textos que se tornam mais adequados e elegantes quando as técnicas para a elaboração da redação criativa se encontram sob inteiro domínio. E não é só. Escrever está umbilicalmente vinculado à qualidade de vida, à saúde, ao bem-estar.
É o que comprova estudo realizado pela Universidade de Auckland, na Nova Zelândia. Os pesquisadores chegaram à conclusão que a prática da escrita atua na redução dos hormônios vinculados ao estresse, melhora o sistema imunológico, auxilia na recuperação do equilíbrio físico e emocional.  
Este livro disponibiliza uma exclusiva metodologia para a elaboração do texto criativo. Destina-se aos que tenham interesse em aprimorar a expressão através da escrita: trabalhadores e servidores públicos, gestores que atuam nos setores privado e estatal, empresários e empreendedores, lideranças políticas e sociais, professores e estudantes, sem perder de vista as pessoas comuns, o público em geral, porque qualificar as formas de interagir com o outro deve ser um objetivo estratégico acolhido por todos.     
A utilização da técnica ‘Moving Letters’ possibilita que a atividade ‘escrever bem’ se coloque ao alcance de qualquer um. O método, ancorado nos princípios do planejamento estratégico – de maneira gradual e progressiva – conduz o leitor pelos universos que podem levá-lo à carreira de escritor.  Caso a opção seja escrever um livro, por exemplo, a metodologia auxilia na definição dos temas, na estruturação das tramas, na caracterização das personagens, na coesão do enredo, na consistência dos conflitos, na lapidação do texto, desenvolvendo as habilidades necessárias para a elaboração da adequada escritura.
Fluência à escrita e qualidade à redação são as molas propulsoras que impulsionam o livro, são os objetivos possibilitados pela aplicação da metodologia. Como fundamento, um tripé harmoniosamente organizado: a linguística, a estruturação e análise do discurso e as técnicas de elaboração de textos criativos. 
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