segunda-feira, 31 de maio de 2021

"Forever young": Bob Dylan e os 80 anos



"Blowin' in the wind", "Mr. Tambourine Man" e tantas outras canções foram a trilha sonora de várias gerações de jovens. Aclamado como ícone de protesto – à revelia – o compositor e cantor americano permanece enigmático.

 

Minha música favorita de Bob Dylan é uma canção de ninar que ele escreveu para o filho Jesse, em 1966. Forever young sempre me toca no fundo do coração. Talvez porque eu também deseje ardentemente que meus dois filhos permaneçam fortes e corajosos, não importa o que a vida lhes traga.

May you always be courageous, stand upright and be strong, may you stay forever young – Que sejas sempre corajoso, tenhas a cabeça erguida e sejas forte, que fiques jovem para sempre.

Como tantas canções de Dylan, ela tem incontáveis versões cover, de intérpretes tão diversos quanto Bruce Springsteen, Harry Belafonte, Meat Loaf e a maravilhosa Joan Baez. Há versões em diversas línguas, até mesmo uma em inglês-kölsch, o dialeto da cidade que escolhi como lar, Colônia, no oeste da Alemanha.

Conheci Bob Dylan muito antes de vir para Colônia: eu tinha 13 anos, e as músicas dele se tornaram a trilha sonora da minha juventude. Elas trouxeram o grande mundo lá fora para o lugarejo no sudeste alemão em que eu cresci nos anos 70.

Lá, nas trilhas entre os vinhedos, nós fumamos escondidas o nosso primeiro cigarro, e arranhamos Blowin' in the wind no violão, em torno da fogueira da colônia juvenil. E na aula de inglês, eu preferia decifrar os versos dele, ocultos debaixo da carteira, do que aprender os diálogos do livro escolar.

Nem sempre eu tinha sucesso: não consegui achar uma "jingle jangle morning" no dicionário da escola. Mas quando escutava Mr. Tambourine Man, eu a sentia: essa manhã depois de uma noite de farra, quando um cata-sonhos, aquele móbile dos nativos americanos, soa baixinho, balançando na brisa...

Essa foi a minha chave para a música de Dylan: eu entendia pouco, mas sentia muito. E, ao contrário das interpretações de textos na escola, não era importante o que ele queria dizer com as suas canções, mas sim o que o elas produziam em mim.

Da província ao estrelato

Também o cantor e compositor americano cresceu numa zona rural. Nascido em Duluth, no estado de Minnesota, em 24 de maio de 1941, como Robert Allen Zimmerman, sua família judaica de classe média mudou-se poucos anos depois para o lugarejo de mineradores Hibbing.

O jovem Robert aprendeu piano e violão e, apesar de ser, de resto, antes reservado, fundou bandas de rock n' roll e jazz, e se sentia perfeitamente em casa no palco. Depois da highschool, inscreveu-se para estudar artes plásticas e música em Mineápolis. Contudo, em vez de assistir às aulas, preferia apresentar-se com canções de seu ídolo, Woody Guthrie, acompanhando-se no violão e na gaita.

Foi nessa época que adotou o pseudônimo artístico Bob Dylan, inspirado pelo poeta galês Dylan Thomas, como revela em Crônicas, seu livro de memórias publicado em 2004. Em breve, Mineápolis se torna pequena demais para o rapaz de 19 anos, que em janeiro de 1961 se muda para Nova York – num vagão de carga, afirma na época, reforçando a imagem de vagabundo que tão bem combina com suas canções. (Só muito mais tarde admitiria que, na verdade, viajou bem cômodo, de carro.)

Com um repertório folk, cada vez mais complementado por suas próprias músicas, Dylan faz bicos nos bares e clubes do bairro de artistas Greenwich Village. Lá conhece também a compositora e cantora Joan Baez, na época já uma estrela da cena folk.

Quando, em agosto de 1963, ela o leva junto numa turnê, Dylan já havia lançado dois álbuns. Mas é com os shows conjuntos, diante de dezenas de milhares de espectadores, que vem a grande guinada: começava uma carreira sem igual.

Protesto que atravessa gerações

Em pouco tempo, o músico de 20 anos se transforma em ícone do movimento de protesto. Lado a lado com Baez e Martin Luther King, participa da marcha até Washington, em que mais de 200 mil protestam contra a guerra do Vietnã e a separação racial. É lá que King faz seu célebre discurso "Eu tenho um sonho".

Em 1964, Dylan lança seu terceiro LP, The times they are a-changin', cuja canção-título, 15 anos mais tarde, se tornaria o brado de protesto perfeito para mim e meu grupo de amigos. "Mães e pais de todo o país, e não critiquem o que não conseguem entender, seus filhos e filhas estão além do seu comando." É como se falasse do fundo do nosso coração: também a gente achava que os tempos tinham forçosamente que mudar.

Pois no fim dos anos 70 o mundo se encontrava em plena Guerra Fria, a Otan e os Estados do Pacto de Varsóvia se confrontavam, irreconciliáveis, a queda do Muro de Berlim ainda teria que esperar dez anos. Em janeiro de 1979 soou o primeiro alarme de smog na Alemanha; em março ficamos sabendo da fusão do reator em Harrisburg, EUA, na época o pior desastre da história da energia nuclear.

As letras de Bob Dylan pareciam feitas sob encomenda para nosso protesto juvenil contra as usinas nucleares e a poluição ambiental, assim como para nossa rebelião adolescente contra pais e professores.

Altos e baixos

Entretanto, a essa altura o autor estava longe de querer ser um ícone do protesto, o porta-voz de uma geração. A crer em sua autobiografia, ele nunca o quis: "Tudo o que eu fiz, foi cantar canções que iam direto ao assunto sem rodeios, peças tratando de potentes novas verdades", escreve em Crônicas, referindo-se a meados da década de 1960. "Eu tinha muito pouco em comum com a geração cuja voz eu deveria ser."

Mas o ano 1965 marcava também uma guinada musical: quando, no Newport Folk Festival, ele troca pela primeira vez o violão acústico pela guitarra elétrica, é vaiado pelos puristas do folk. Olhando retrospectivamente, foi um momento histórico: o folk virou rock, e esse show, uma lenda.

Nos anos seguintes, Bob Dylan cada vez mais se afasta da vida pública. Após um acidente de motocicleta em 1966, desaparece por meses; sequer dá as caras no lendário Festival de Woodstock, três anos mais tarde. É uma época em que experimenta com diferentes estilos musicais, se arrisca também como ator em Pat Garrett e Billy the Kid (1973).

No fim da década de 70, volta-se para o cristianismo e compõe gospels. Após o fim de seu primeiro casamento, casara-se uma segunda vez, agora é pai de seis filhos. Após uma crise no começo dos anos 80, retorna no fim da década, lança novos discos, apresenta-se em centenas de shows por ano na Never Ending Tour iniciada em junho de 1988. Só em 2020 a pandemia de covid-19 o força a pisar no freio.

Artista incansável

Bob Dylan coleciona prêmios: numerosos Grammys, um Oscar pela canção Things have changed, um Pulitzer. O ex-presidente americano Barack Obama lhe concedeu a Presidential Medal of Freedom. Em 2016, por fim, se tornou o primeiro músico a receber o Nobel de Literatura: segundo o júri, ele "criou novas formas de expressão poética dentro da grande tradição da canção americana".

Sua reação é no mais puro estilo Dylan: de início, nada. Para a entrega, envia a colega Patti Smith, que interpreta sua canção A hard rain's a-gonna fall. Por fim, vai apanhar o prêmio, mas em círculo pequeno, longe do público. Em vez do discurso de praxe, envia uma gravação de áudio, sua reverência diante de seus modelos musicais e literários.

Em 2020, por ocasião do lançamento de seu álbum mais recente, Rough and rowdy ways (que provavelmente não será o último), concedeu ao jornal The New York Times uma de suas raras entrevistas. Indagado como faz para se manter em forma, com a mente e o corpo "trabalhando em uníssono", explicou:

"Eu gosto de imaginar a mente como espírito e o corpo como substância. Como integrar essas duas coisas, não tenho a menor ideia. Eu tento apenas ir numa linha reta e me manter nela, ficar no plano."

É estranho parabenizar alguém com suas próprias palavras? Não, se elas são boas: May your heart always be joyful, may your song always be sung, and may you stay forever young – Que o teu coração seja sempre alegre, que tua canção seja sempre cantada, que fiques jovem para sempre.

Happy birthday, Bob Dylan.

Por Susanne Spröer, na Deutsche Welle


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A Coleção Mundo Contemporâneo: os livros infantis para pirralhos, adultos e idosos que preservam uma criança dentro de si.

A Coleção Mundo Contemporâneo contém 10 livros infantis. Cada um dos volumes aborda uma questão estratégica para o avanço da civilização.

O objetivo é oferecer às crianças e à juventude uma panorâmica sobre questões candentes da contemporaneidade, desafios que exigem atitude e posicionamento por parte dos que, amanhã, serão responsáveis por conduzir a humanidade e o planeta em direção à sustentabilidade. 


Veja aqui as obras da Coleção:

1 - O sapinho Krock na luta contra a pandemia

2 - A onça pintada enfrenta as queimadas na Amazônia e no Pantanal 

3 - A ariranha combate a pobreza e a desigualdade

4 - A hárpia confronta o racismo

5 - O boto exige democracia e cidadania

6 - O jacaré debate educação e oportunidades

7 - O puma explica trabalho e renda

8 - A anta luta contra o aquecimento global

9 - O tucano denuncia a corrupção e os narcoterroristas

10 - O bicho preguiça e a migração


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A coleção da bruxinha serelepe: 

 




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2.    Organizar    

3.    Estudar        

4.    Exercitar      

5.    Leitura         

6.    Cultura        

7.    Meditar        

8.    Interagir       

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10. Respeito e motivação

 

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Livro 1 - Panda Zen e a menina azeda

Livro 2 - Panda Zen e o verdadeiro valor

Livro 3 - Panda Zen e as mudanças

Livro 4 - Panda Zen e a Maria vai com as outras

Livro 5 - Panda Zen e a estrelinha cintilante

Livro 6 - Panda Zen e a verdade absoluta

Livro 7 - Panda Zen e o teste das três peneiras

Livro 8 - Panda Zen e os ensinamentos da vovó

Livro 9 - Panda Zen e os cabelos penteados

Livro 10 - Panda Zen e a magia da vida feliz

Livro 11 - Panda Zen e as paixões enganosas

Livro 12 - Panda Zen entre a reflexão e a ação 

Livro 13 - Panda Zen e o mais importante

Livro 14 - Panda Zen, a gota e o oceano

Livro 15 - Panda Zen e a indecisão

Livro 16 - Panda Zen e o vaga-lume

Livro 17 - Panda Zen e a busca da identidade

Livro 18 - Panda Zen entre o arbítrio e a omissão

Livro 19 - Panda Zen e o trabalho

Livro 20 - Panda Zen e a falsa realidade





domingo, 30 de maio de 2021

Tecnologia não é a chave, e sim a relação com alunos, afirma educador norte-americano Jon Bergmann



"Eu diria que a tecnologia não é a chave. A chave é como você faz a sua classe se engajar", afirma Bergmann.

 

Autor do livro "Sala de aula invertida" defende nova dinâmica de ensino. Para ele, pandemia acelerou mudanças na educação.

O norte-americano Jon Bergmann era professor em uma escola rural, no Colorado, quando se deparou com um problema com seus alunos: alguns faltavam às aulas porque participavam de torneios de basquete, muito valorizados na cultura local. Para apoiar estes estudantes, Bergmann teve a ideia de gravar as aulas para os alunos verem depois. A iniciativa deu certo.

A diretora da escola comentou que a filha também via aulas gravadas na universidade e adorava. A conversa rendeu um insight: "E se gravássemos previamente nossas aulas?", conta Bergmann em entrevista ao G1.

"A filha dela estava adorando as aulas porque não precisava ir às aulas. Isso nos fez pensar: o que é mais valioso no tempo de classe, se você não precisa mais ir à escola?", reflete.

A indagação deu início a uma metodologia que Bergmann defende, entre outros pioneiros, chamada de "Sala de aula invertida", também nome de um dos 10 livros do educador e traduzido em 13 línguas, inclusive o português.

Neste conceito, os alunos recebem material prévio sobre a aula, se preparam em casa e depois trabalham o desenvolvimento do conteúdo na escola, com o professor.

Perguntado sobre como adaptar a metodologia nas escolas públicas brasileiras, muitas sem acesso à internet, Bergmann foi categórico: a tecnologia não é a chave. A chave está no que você faz em sala de aula. O segredo está na conexão com os alunos.

"Eu diria que a tecnologia não é a chave. A chave é como você faz a sua classe se engajar", afirma Bergmann.

Os conteúdos prévios podem ser oferecidos até por meio de textos, segundo Bergmann, em vez de ficarem restritos a vídeos gravados com a explicação do tema.

Caso os professores optem por vídeos, aqueles gravados pelos próprios professores trazem maior engajamento. Além disso, é preciso ficar atento ao tempo: em geral, vídeos devem ter a duração proporcional à idade dos alunos. Crianças de 6 anos vão ficar atentas a vídeos de 6 minutos, e assim em diante, até o limite de 15 minutos para todos, incluindo adultos.

O impacto ocorrerá na forma como o professor vai desenvolver este conteúdo e estimular a curiosidade e o pensamento crítico do aluno em sala de aula. Desta forma, tempo de classe será aproveitado com a aplicação dos conceitos na prática.

Para ele, uma boa educação ocorre quando há conexão entre professor e aluno.

"São as relações que importam. E se conectar com seus alunos faz a diferença. Se interessar pelo aluno e o que eles são no mundo é o que faz toda a diferença. Eu ensino outras coisas, agora ensino ciência, química, física, e eu amo isso. Mas é tudo sobre conexões", relata Bergmann.

O educador participou nesta quarta-feira (26) de um evento on-line sobre educação, o SAS Summit, que terá ainda outros convidados nos dias 2, 9 e 16 de junho. A inscrição é gratuita.

Para Bergmann, a pandemia trouxe os maiores desafios dos últimos tempos à educação. Ele citou pesquisas sobre o Brasil, que mostram que a aprendizagem dos alunos não evoluiu na pandemia, fazendo com que os estudantes "perdessem" o ano.

"Estes têm sido os anos mais difíceis na história da educação, se não o mais difícil", reflete o educador. "Tenho conversado com professores que estão esgotados. Porque é muito difícil", afirma.

Ele diz que, mesmo acostumado com as metodologias, precisou se adaptar ao ensino remoto. Mas acredita que a experiência prévia pode ter tornado a situação menos desgastante se comparada a outros professores.

"Os que estão enfrentando maiores desafios são os professores com visão mais tradicional da educação. Eles se veem em frente à sala, ensinando as lições, e isso não funciona [no ensino remoto]", argumenta. "Se teve algo que a pandemia nos ensinou foi o valor do contato 'cara a cara' com o aluno", afirma o educador.

Futuro da educação

Bergmann defende que o futuro da educação já chegou "em muitos lugares" do mundo, com iniciativas criativas e soluções que trazem engajamento e maior participação dos alunos, dando autonomia para os estudantes.

O educador diz que este futuro poderá ocorrer dentro das salas de aula adotando uma outra metodologia, a "Mastery Learning".

Neste conceito, os alunos recebem as lições e conceitos sobre os temas desenvolvidos, e vão avançando "sozinhos", no tempo de cada um, por meio de avaliações monitoradas pelos professores. Na sala de aula, os alunos estão todos juntos, mas, nas lições, cada um está em um estágio.

"A metodologia pode ser feita em qualquer lugar. Eu faço na minha sala, de onde falo com você agora. Os alunos recebem uma lição, e precisam ter uma nota mínima para avançarem. Na minha turma, significa que eles precisam ter 80. E eles têm. Todos os alunos passam. Tenho muito orgulho deles", conta.

Por Elida Oliveira, G1


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