sábado, 31 de dezembro de 2016

O que tem a ver Giordano Bruno com a excomunhão do café, nos idos de 1600?


Foi no papado de Clemente VIII que Giordano Bruno foi executado. Foi este mesmo papa quem liberou a comercialização e o consumo do café na Europa, até então uma bebida proibida e excomungada. Em uma das passagens da peça, quando se discute a partilha do produto da corrupção, um dos personagens assim se manifesta:

"(...) Farnésio: Sim, meu caro, sem dúvidas, seria o seu fim. Porque eu contaria que, apesar do santo padre ter liberado o consumo da bebida maometana em toda a Europa, apesar da comercialização do café ter sido liberada pela Santa Sé, apesar da bebida não mais ser proibida aos cristãos, o dedicadíssimo Giovanni Archetti continua se valendo da antiga proibição para impor barreiras sobre barreiras burocráticas, inventando papelório, rotinas, fluxos, linhas de autoridade e subordinação tão somente para entravar e dificultar. A antiga cantilena de criar dificuldades para vender facilidades (...)"

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Um passeio por três séculos de história "a bordo" de uma xícara de café


Da África Central aos países árabes, da Europa à América Latina, passando pela Ásia, o café tem espaço privilegiado no mundo há mais de três séculos, um passeio pela história que uma exposição em Marselha tenta revelar.
Nasceu no século XIII nas montanhas da Etiópia, na região de Kaffa - que lhe deu nome -, não demorou a passar por Egito e Império Otomano e, daí, a partir do século XVIII, para o resto dos continentes.
O que tem esta bebida, de semente tropical e gosto meio amargo, que monopoliza paladares e perfuma os restaurantes?
É exatamente o que procura responder a exposição "Café In" no Museu das Civilizações da Europa e do Mediterrâneo (MuCEM) de Marselha, uma homenagem a este grão que ficará aberta ao público até o dia 23 de janeiro de 2017.
Escritor e jornalista, Jean-Michel Djian, curador geral da "Café In", foi abordado pela direção do MuCEM para que "imaginasse uma exposição". "Sou um apaixonado pelo café e conheço bem a Etiópia, a pátria do café", contou Djian à Agência Efe.
O resultado: 400 obras de fotógrafos, artistas plásticos, intelectuais, antropólogos, músicos e escritores que, à sua maneira, abordam o tema do café como uma tendência em crescimento.
A exposição forma uma compilação na qual estão incluídas fotografias do brasileiro Sebastião Salgado (1944-presente), textos do escritor francês Honoré Balzac (1799-1850), partituras do compositor alemão Johann Sebastian Bach (1685-1750), uma escultura do artista cubano Roberto Fabelo (1950-presente), entre outros.
Nela percorre-se a trajetória do café, desde suas origens africanas, passando por seu legado colonial na América Latina, até a enorme produção e consumo atual.
O trabalho não deixa de fora as propriedades medicinais atribuídas à bebida e até a cultura da "cafeomancia", a arte de prever o futuro através da borra do café.
"Muito se bebe, mas pouco se conhece o café". Assim confirmou Djian ao ressaltar: "Idolatramos o café, bebemos 2,6 bilhões de xícaras de café por ano e não sabemos por que bebemos".
Com seu aroma reconfortante e seus efeitos energéticos, são consumidas sete milhões de toneladas de café anualmente no mundo.
Um fenômeno explicado pelos nove quilos de café consumidos por ano, em média, pelos habitantes de países como Finlândia, Dinamarca e Noruega, principais consumidores do produto no mundo.
Sobre a produção comercial de café, segundo a exposição, o peso recai sobre Etiópia, Indonésia e Colômbia, seguidos de Vietnã e Brasil. Enquanto isso, países como Peru e México se destacam no cultivo do café ecológico.
Se ficaram dúvidas, os números: o café, em suas duas espécies distintas - arábica e robusta - constitui, em nível mundial, a segunda produção em termos de troca comercial depois do petróleo, diz Djian, com uma tendência anual em alta de 2,5%.
Apesar de terem sido ditas há séculos, as palavras do militar e governante francês Napoleão Bonaparte (1769-1821) continuam tão válidas como nunca: "O café forte me ressuscita".
Por Luis De Jesús -  EFE


sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Mentira faz com que o cérebro se adapte à desonestidade


Uma pesquisa da University College London mostra que quem comete sucessivos atos de desonestidade pode adquirir uma espécie de tolerância moral aos atos ilícitos, de forma que estes crimes não são vistos ou sentidos como algo grave ou mesmo errado na ótica da pessoa de quem burla regras ou leis.
Segundo o El Pais, o  experimento publicado na revista Nature fortalece essa teoria. No teste, participantes tiveram a oportunidade de mentir para obter benefícios pessoais às custas de outros. Oitenta pessoas, com idades entre 18 e 65 anos, deveriam presumir, junto a um companheiro que não viam, qual era a quantia de dinheiro que havia em um recipiente.
As pessoas foram apresentadas a várias situações, em diferentes etapas, como se fosse um jogo. Em algumas situações, havia a chance de mentir sobre a quantidade de dinheiro para tirar proveito às custas do parceiro, beneficiar o parceiro, e ambos poderiam ganhar. Os cientistas notaram que aconteceram vários graus de desonestidade no jogo e que isso aumentava progressivamente.
Além disso, os voluntários tiveram sua atividade cerebral monitorada por ressonância magnética funcional. Foi observado uma atividade maior da amídala, área do cérebro que processa as reações emocionais, na primeira vez que os participantes enganavam seus companheiros. Essa atividade foi se atenuado nas fases posteriores do jogo.
“Em conjunto, nossos resultados revelam um mecanismo biológico por trás da escalada de desonestidade”, apontam os autores do estudo.
Com informações do History.

Yahoo notícias

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O livro que desmascara a grande mentira do século passado. Que saber mais, clique aqui
"(...) O diretor teatral Meyerhold foi preso em 1939 e assassinado a tiros na prisão em 1940.

O poeta e dramaturgo Maiakovski, segundo a versão oficial, teria se suicidado em 14 de abril de 1930, aos 36 anos de idade. No velório, 150 mil pessoas passaram na frente de seu caixão nos 3 dias em que ficou exposto.

Neste período da história soviética, mais de 1500 artistas foram submetidos ao mesmo brutal ritual estalinista de seleção cultural (...)". Para saber mais, clique aqui.
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quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Ícaro Silva interpretará Sherlock Homes em peça que estreia em 2017

O ator interpretará Sherlock Holmes em 'Baker Street', que estreia em Janeiro (Foto: Divulgação)

Após importantes papéis nas telonas e no teatro, o ator Ícaro Silva se prepara para a reestreia da peça 'Baker Street 221B', onde dá vida ao personagem Sherlock Holmes. O espetáculo, que estreia dia 10 de janeiro, no teatro Serrador, no Rio de Janeiro, estabelece uma troca entre palco e plateia, onde o espectador se torna cúmplice dos jogos de ilusão propostos pela montagem.
Nesta entrevista, o artista fala um pouco sobre sua trajetória, a importância de seus personagens e revela alguns projetos para o próximo ano, entre eles, o longa 'Anjos da Lapa' no qual viveu o músico, parceiro de Marcelo D2, Skunk.
1. Você veio de dois espetáculos interpretando Simonal e agora parte para 'Baker Street'. Pode falar um pouco sobre a experiência com Simonal e preparação para o outro personagem, Sherlock?
Ícaro Silva: A premissa dos espetáculos anteriores, interpretando o Simonal, é resgatar a obra de um dos mais importantes cantores da nossa história e levantar a reflexão sobre sua história e a história do Brasil, ambas enevoadas. Em 'Baker Street 221B', nosso ponto de partida e maior trunfo é a técnica da comédia física. Estamos o tempo todo em cena agindo a partir do nosso corpo, a partir da interação cômica com o público. Sherlock, Watson e Londres são uma via extremamente lúdica e popular para explorar essa técnica, pouco difundida no Brasil, mas de extrema empatia com nossa cultura, tão interdependente do riso. Sherlock é um personagem soturno, misterioso, muitas vezes antipático e é justamente por estar nesse extremo que dialoga tão bem com a comédia física, ultradependente de 'exageros' e também de fluidez criativa.

2. Você tem algum trabalho preferido na carreira?
I. S.: Eu tenho tido oportunidades muito gratificantes, personagens gigantescos e profundos como a própria vida. Isso já me deixa extremamente feliz. Acho que não poderia destacar um único trabalho, até porque a grande maioria está totalmente interligada, mas destaco esse momento, essa fase em que tenho a possibilidade de escolher e ser escolhido para trabalhos de apuro artístico elevado.

3. Quais as prospecções para o próximo ano?
I. S.: No próximo ano estarei em alguns projetos na TV, nos cinemas com a cinebiografia do 'Planet Hemp', no teatro com 'Baker Street' e outros projetos. De nada sei muito bem, mas estou indo cheio de vontade para cada um desses personagens. Este ano foi trabalhoso e complexo, mas não tenho porque reclamar. A clareza e o amadurecimento conquistados na luta desse ano serão fundamentais para o trabalho e as relações do próximo.
Globo teatro
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Coleção estórias maravilhosas para aprender se divertindo

São 10 peças teatrais completas, direcionadas ao público infanto-juvenil:
•Livro 1 – A onça e a capivara ou Não é melhor saber dividir?
•Livro 2 – Eu compro, tu compras, ele compra
•Livro 3 – A cigarra e as formiguinhas
•Livro 4 – A lebre e a tartaruga
•Livro 5 – O galo e a raposa
•Livro 6 – Todas as cores são legais
•Livro 7 – Verde que te quero verde
•Livro 8 – Como é bom ser diferente
•Livro 9 – O bruxo Esculfield do Castelo de Chamberleim
•Livro 10 – Quem vai querer a nova escola.
O teatro e a dramaturgia - ao contrário das demais ramificações da literatura – transcendem o mero prazer, regalo e deleite da leitura bem como os aspectos educativos e pedagógicos intrínsecos às letras.
É isto que o leitor perceberá tão logo adentre as páginas dos livros que compõem a coleção infanto-juvenil.
A leitura dos livros e a reflexão sobre os seus conteúdos poderão remeter o leitor a um universo só possibilitado pelo teatro.
Não por acaso, esta arte milenar tem sido cultuada por todos os povos, do ocidente e do oriente, desde muitos séculos antes de Cristo. De tão importante, os antigos egípcios e gregos chegaram a vincular o teatro aos rituais destinados a homenagear suas divindades e entes sagrados.
A dramaturgia e o teatro continuam mantendo as características que os tornaram imprescindíveis na antiguidade clássica:
- o auxilio para vencer a timidez e desenvolver a autoestima;
- o aprimoramento da oratória e da dicção;
- a aprendizagem quanto à impostação de voz, a postura, a presença cênica;
- os predicados da argumentação lógica e da reflexão crítica;
insumos que, sem dúvidas, qualificam a participação, o que – convenhamos – não é pouca coisa num ambiente social obliterado pela mediocridade. 

Preferencialmente destinada às crianças e à juventude, os livros atendem a todas as faixas etárias, dos pequenos que ainda engatinham na pré-escola e no ensino fundamental, aos jovens de ideias e propósitos que já romperam a terceira idade.
Para saber mais, clique aqui.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

Quando a desumanização é latente


Suspeitos da morte de ambulante em São Paulo são identificados pela polícia
A Polícia Civil identificou os suspeitos do assassinato do vendedor ambulante Luiz Carlos Ruas, de 54 anos, em uma estação do Metrô de São Paulo na noite de Natal (25). São eles Ricardo Martins do Nascimento, de 21 anos, e Alípio Rogério Belo dos Santos, de 26 anos.
Segundo a Delegacia de Polícia do Metropolitano (Delpom), que investiga o crime, os dois são primos e foram identificados por parentes por meio das imagens de segurança do Metrô.
Ruas foi espancado pelos dois homens às 22h25, dentro da Estação Pedro II. O ambulante pode ter sido agredido após defender um morador de rua homossexual, que teria se desentendido com os dois agressores. Uma das linhas de investigação é que os primos façam parte de um grupo de intolerância à homossexualidade.
De acordo com a Secretaria da Segurança Pública, o ambulante comercializava salgados e refrigerantes na Rua Vergueiro, na região central da capital paulista. Ele tentou correr até a bilheteria da estação para escapar dos dois homens, mas foi atingido por vários golpes e caiu no local. Os agentes de segurança do metrô o socorreram e o encaminharam ao Hospital do Servidor, mas ele não resistiu às agressões.
Fernanda Cruz, da Agência Brasil

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Coleção estórias maravilhosas para aprender se divertindo

São 10 peças teatrais completas, direcionadas ao público infanto-juvenil:
•Livro 1 – A onça e a capivara ou Não é melhor saber dividir?
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•Livro 7 – Verde que te quero verde
•Livro 8 – Como é bom ser diferente
•Livro 9 – O bruxo Esculfield do Castelo de Chamberleim
•Livro 10 – Quem vai querer a nova escola.
O teatro e a dramaturgia - ao contrário das demais ramificações da literatura – transcendem o mero prazer, regalo e deleite da leitura bem como os aspectos educativos e pedagógicos intrínsecos às letras.
É isto que o leitor perceberá tão logo adentre as páginas dos livros que compõem a coleção infanto-juvenil.
A leitura dos livros e a reflexão sobre os seus conteúdos poderão remeter o leitor a um universo só possibilitado pelo teatro.
Não por acaso, esta arte milenar tem sido cultuada por todos os povos, do ocidente e do oriente, desde muitos séculos antes de Cristo. De tão importante, os antigos egípcios e gregos chegaram a vincular o teatro aos rituais destinados a homenagear suas divindades e entes sagrados.
A dramaturgia e o teatro continuam mantendo as características que os tornaram imprescindíveis na antiguidade clássica:
- o auxilio para vencer a timidez e desenvolver a autoestima;
- o aprimoramento da oratória e da dicção;
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- os predicados da argumentação lógica e da reflexão crítica;
insumos que, sem dúvidas, qualificam a participação, o que – convenhamos – não é pouca coisa num ambiente social obliterado pela mediocridade. 

Preferencialmente destinada às crianças e à juventude, os livros atendem a todas as faixas etárias, dos pequenos que ainda engatinham na pré-escola e no ensino fundamental, aos jovens de ideias e propósitos que já romperam a terceira idade.
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terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Biblioteca Britânica disponibiliza manuscritos de clássicos da literatura on-line


Se você é fã de literatura clássica vai ficar feliz em saber que a Biblioteca Britânica disponibilizou manuscritos de clássicos da literatura – como os primeiros trabalhos de Jane Austen – em um portal gratuito. Para facilitar o acesso, todo o material encontra-se organizado em ordem alfabética.

A coleção, que ganhou o nome de Turning the Pages – Virando as Páginas em português literal – começou há muito tempo, em 2012, quando a Biblioteca disponibilizou o original de Alice no País das Maravilhas, escrito pelo pseudônimo de Lewis Carroll, Charles Dodgson. Junto a outros manuscritos que o local já possuía, a coleção começou a tomar forma.

Além dos clássicos, é possível encontrar obras importantes voltadas para a medicina, textos religiosos e até mesmo bíblias. Alguns dos destaques são composições de Mozart e anotações de livros de Leonardo Da Vinci. É possível que o acervo se expanda, conforme a Biblioteca fizer as digitalizações e tiver acesso a outros.
Universia Brasil
Novo lançamento: para saber mais, clique aqui.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

A maior coleção infanto-juvenil sobre cidadania já lançada no Brasil: 10 livros


Coleção estórias maravilhosas para aprender se divertindo

São 10 peças teatrais completas, direcionadas ao público infanto-juvenil:
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•Livro 5 – O galo e a raposa
•Livro 6 – Todas as cores são legais
•Livro 7 – Verde que te quero verde
•Livro 8 – Como é bom ser diferente
•Livro 9 – O bruxo Esculfield do Castelo de Chamberleim
•Livro 10 – Quem vai querer a nova escola.
O teatro e a dramaturgia - ao contrário das demais ramificações da literatura – transcendem o mero prazer, regalo e deleite da leitura bem como os aspectos educativos e pedagógicos intrínsecos às letras.
É isto que o leitor perceberá tão logo adentre as páginas dos livros que compõem a coleção infanto-juvenil.
A leitura dos livros e a reflexão sobre os seus conteúdos poderão remeter o leitor a um universo só possibilitado pelo teatro.
Não por acaso, esta arte milenar tem sido cultuada por todos os povos, do ocidente e do oriente, desde muitos séculos antes de Cristo. De tão importante, os antigos egípcios e gregos chegaram a vincular o teatro aos rituais destinados a homenagear suas divindades e entes sagrados.
A dramaturgia e o teatro continuam mantendo as características que os tornaram imprescindíveis na antiguidade clássica:
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segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Polícia cubana impede manifestações da oposição e prende dissidentes

Grupo segura imagem de Fidel Castro em semana de sua morte (Foto: Alexandre Meneghini/Reuters)

A polícia cubana impediu neste domingo (18) manifestações da oposição, as primeiras convocadas após a morte de Fidel Castro, em 25 de novembro, e prendeu dezenas de dissidentes, informaram à AFP líderes anticastristas.
Uma operação simultânea em duas cidades do leste do país frustrou protestos que haviam sido convocados para pedir a libertação de opositores.
"Foi uma operação conjunta às 6h em Santiago de Cuba e Palma Soriano. Entraram em quatro residências e, até agora, contabilizamos 42 prisões: 20 em Santiago, 12 em Palma e 10 em Havana, disse José Daniel Ferrer, líder oposicionista da União Patriótica de Cuba (Unpacu), por telefone, à AFP. Ele convocou seus seguidores a marchar e exigir a libertação de presos políticos.
O opositor ficou detido por algumas horas em Santiago de Cuba e foi conduzido à estação policial conhecida como Micro 9.
"Fui ameaçado, disseram que, com esta convocação, eu estava propiciando os crimes de desordem pública, atentado, desacato e espionagem", disse Ferrer após ser libertado.
O governo de Raúl Castro nega que tenha presos políticos, e atribui a detenção e o julgamento dos dissidentes a supostas violações da lei penal.
A maioria das prisões é temporária e, às vezes, autoridades impedem que os opositores saiam de casa para protestar.
Em Havana, o grupo Damas de Branco informou à AFP que pelo menos 20 casas de suas integrantes foram "sitiadas" pela polícia neste domingo.
"Temos notícias de que pelo menos 20 casas foram sitiadas para impedir que saíssemos em passeata hoje, entre elas a sede", disse a responsável, Berta Soler.
Fidel Castro morreu em 25 de novembro, aos 90 anos, e o governo de seu irmão, Raúl, decretou nove dias de luto nacional. Durante este período, a dissidência não realizou manifestações, em respeito aos cubanos que choravam a morte de Fidel.

France Presse

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Para aproveitar o seu tempo  


Para aproveitar o seu tempo, selecionamos títulos para os mais variados públicos - de crianças a amantes de literatura.

Divirta-se a valer e recarregue as baterias. Não deixe de colocar a leitura em dia, cuide de manter atualizada a sua biblioteca e – jamais se esqueça, o bom presente é aquele que ensina uma lição e dura para sempre; por isso, habitue-se a adquirir livros também para presentear.

Veja a seguir as nossas sugestões de leitura. Basta clicar no título desejado e você será levado ao site com mais informações:

1) Coleção Educação, Teatro e Folclore
Dez volumes abordando 19 lendas do folclore brasileiro.



2) Coleção infantil
Dez volumes abordando temas variados do universo infanto-juvenil.



3) Coleção Educação, Teatro e Democracia
Quatro volumes abordando temas como democracia, ética e cidadania.



4) Coleção Educação, Teatro e História
Quatro volumes abordando temas como independência e cultura indígena.



5) Coleção Teatro greco-romano
Quatro volumes abordando as mais belas lendas da mitologia greco-romana.



6) O maior dramaturgo russo de todos os tempos: Nicolai Gogol – O inspetor Geral



7) O maior dramaturgo da literatura universal: Shakespeare – Medida por medida



8) Amor de elefante



9) Santa Dica de Goiás



10) Gravata Vermelha



11) Prestes e Lampião



12) Estrela vermelha: à sombra de Maiakovski



13) Amor e ódio



14) O juiz, a comédia



15) Planejamento estratégico Quasar K+



16) Tiradentes, o mazombo – 20 contos dramáticos



17) As 100 mais belas fábulas da humanidade



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AS OBRAS DO AUTOR QUE O LEITOR ENCONTRA NAS LIVRARIAS amazon.com.br: 

A – LIVROS INFANTO-JUVENIS: 

I – Coleção Educação, Teatro e Folclore (peças teatrais infanto-juvenis): 

II – Coleção Infantil (peças teatrais infanto-juvenis): 
Livro 8. Como é bom ser diferente 

III – Coleção Educação, Teatro e Democracia (peças teatrais infanto-juvenis): 

IV – Coleção Educação, Teatro e História (peças teatrais juvenis): 

V – Coleção Teatro Greco-romano (peças teatrais infanto-juvenis): 

B - TEORIA TEATRAL, DRAMATURGIA E OUTROS
VI – ThM-Theater Movement: